A recusa do aborto na Argentina gerou uma onda de vinganças. Três igrejas de Buenos Aires foram emporcalhadas com pichações e cartazes a favor do aborto. Na paróquia de Santa Maria de Betânia, imagens de Nossa Senhora de Lourdes e de Santa Bernadete foram profanadas. Um cartaz afirmava: “A única Igreja que ilumina é a que pega fogo”. No Santuário de Jesus Sacramentado, um cartaz exigia o fim da união da Igreja com o Estado. Uma ignota Coalizão Argentina pelo Estado Laicoconvocou voluntários para apostatarem da Igreja; explora os escândalos de alguns clérigos para exigir o banimento dos sinais católicos de locais públicos; pede impostos às paróquias e um novo projeto de matança de inocentes. Recebeu apoio de Mães da Praça de Maio, ativistas da esquerda ligadas ao falecido Fidel Castro, e hoje amparadas pela “mudança de paradigma” do Papa Francisco.

 

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