ExtinçãodaEuropaQuem nunca ouviu falar de povos indígenas em extinção? Recentemente até, numa decisão controversa, o STF deu boa parte do território de Roraima – a famosa Raposa Serra do Sol – à população indígena da região sob o argumento, dentre outros, de preservar aquela cultura aborígine. O número de ONGs tentando proteger os índios é tão grande que nem é possível contá-las.

Pois bem, há um povo que tem uma cultura milenar, mas que nenhuma ONG se propôs, até agora, de proteger. Este povo é, nada mais nada menos, que o europeu!

Antes que o leitor pense que isso é uma simples brincadeira, peço que considere apenas o que afirma o matemático biológico Joel E. Cohen, que chefia o Laboratório de Populações na Universidade Rockfeller e leciona em Columbia, ambas em Nova York.

A Folha de São Paulo, do dia 7 de novembro, nos traz uma entrevista com esse matemático. A par de considerações demográficas e de repetir alguns velhos mitos do malthusianismo de controle populacional, ele deixa transparecer um possível desaparecimento da cultura europeia. “Em 1950, havia três vezes mais gente na Europa do que na África Subsaariana. Em 2010, havia 16% mais gente na África Subsaariana do que na Europa. Pelas projeções da ONU, em 2100 haverá 5 pessoas na África Subsaariana para 1 na Europa.”

Ou seja, a população europeia está cada vez menor, enquanto que a população de outros continentes e culturas está aumentando. E qual a consequência disso: “uma tremenda pressão pela emigração da África subsaariana para a Europa”, afirma o mesmo especialista citado.

Além do mais, não é novidade que em todos os países europeus a população muçulmana vem aumentando, enquanto que o número de europeus de sangue diminui.

Ora, com a migração maciça de outros povos, com suas culturas, para a Europa, veremos também em breve o desaparecimento da própria cultura europeia.

Dedução um tanto forçada, alguém dirá. Pode até ser, mas como ainda não há ninguém, nem sequer uma ONG, se preocupando com a extinção do povo europeu, ao menos deixamos este alerta para o leitor refletir um pouco.

13 COMENTÁRIOS

  1. Nossa e tão triste ver que um povo como os europeus possam desaparecer isso doi meu coração..
    Eu não quero ir pra Europa pra ver mulçumanos, vira uma coisa chata, o povo europeu tão bonito Belo. Mas pode desaparecer isso é realmente triste. Existe muitas ONGs que querem proteger negros índios sei la e quando vai defender um povo como os europeus que correm o risco de desaparecer eles acusam de racismo será uma possível “existicao branca”

  2. Na regiao de Foz do Iguaçu ,esta´ acontecendo a mesmo fenomeno de aumento da populaçao de mulçumanos , o desgoverno do PT cedeu terras para imigrantes de origen do oriente meddio no Rio Grande Do Sul.

  3. A cultura sempre foi mutável, os povos interagiam entre si e um absorvia elementos culturais do outro. Esse negócio de manter índio (preso?) em reserva não seria impedir o curso natural?

    Agora o assunto principal: Já ouvi pessoas dizendo que desprezam a cultura ocidental/européia porque foi racista, misógina, escravagista, intolerante e várias outras coisas. Preferem a cultura da China, da Índia, dos povos da América pré-colombiana. Claro que muitas vezes ela foi mesmo tudo isso. Só que eles se esquecem que os chineses também consideram as outras raças (etnias) inferiores, e que o confucionismo permite que o marido mate sua esposa. Os indianos têm um sistema de castas, e uma casta de Intocáveis, vítimas de todo tipo de preconceito, e a mulher não tem qualquer valor além do que lhe é dado pelo marido, tanto que eles têm o costume de queimar viúvas vivas na pira crematória do marido, porque após a morte desse, ela não tem mais razão de existir. Os povos pré-colombianos promoviam banhos de sangue em sacrifício aos seus ídolos. Muitas tribos de índios “bonzinhos” vítimas dos europeus católicos “malvados” praticam o canibalismo, o infanticídio e a submissão absoluta da mulher. Quanta ignorância.

  4. no brasil,tem familias que eu não deixaria cuidar de um cachorro,e quem não gostou vai ser assaltado ou morto por um filho dessas familias que só tem mãe,pois,ou o pai morreu,abandonou ou está preso.

  5. Moro na Europa, e sou descendente de europeus, SEM DÙVIDA os europeus nativos estão cometendo uma espécie de SUICÍDIO CULTURAL COLETIVO, pois repelem o que é da cultura européia e fantasiam tudo que vem do exterior, além disso a natalidade é já bastante negativa. Fala-se que por exemplo na Itália o crescimento é pouco negativo (- 0,2% ao ano), porém considera-se a nação como um todo e não o indíce de natalidade dos nativos, o que faz aumentar a natalidade são os novos colonizadores. Da mesma forma que a Europa se bate por defender culturas ameçadas, deveria tbm defender sua cultura.

  6. Para refletir juntamente com este belíssimo texto: SERÁ as ONGs LIGADAS A GOVERNOS de ESQUERDA, são eugenistas FANATIZADOS? PENSO que SIM. EUGENISTAS da pior espécie a serviço do ISLAMISMO.

  7. De fato Hitler pensava da mesma maneira: eliminar a civilização judaico-Cristã, tanto que ele fez alianças espúrias na Palestina, contra Israel, e matou não só milhões de judeus, mas milhões de Católicos também (por mais que a mídia “oficial” silencie sobre essa última parte).
    Viva a nossa amada mãe Europa tal qual a sua identidade histórica se formou!

  8. Não se trata de ficar com a cor negra ou branca. O muçulmanos que estão na Europa agora eu acho que querem é colocar a cultura e a religi]ao deles por cima dos europeus cristãos. A população europeia está desaparecendo, e os outros povos estão crescendo lá. Os islâmicos estão crescendo entre si, eles não se misturam com os europeus, normalmente.

  9. Não há a menor dúvida. Isto não é novidade nenhuma. Estamos vivenciando uma acelerada extinsão da cultura europeia e ocidental de um modo geral através de dois fenômenos: primeiro os europeus não querem mais ser europeus, a começar da recusa do cristianismo. Segundo o fenomeno demográfico. Em 2100 o Chanceler da Alemanha será Mohamed III, os negros serão maioria, e a Catedral de Colonia será um museu dedicado ao Holocausto. Roma? será a sede da Igreja Unida onde o colégiio de cardeais será substituido por 1/3 de clerigos muçulmanos, 1/3 de rabinos e 1/3 de várias denominações cristãs ambientalistas. Que Deus nos proteja

  10. Os judeus nunca deixaram de ser judeus apenas porque perderam, em sua maioria, a cor negra original africana. Milhões de judeus ainda são negros africanos e ainda estão na África. No entanto, preservam a sua milenar cultura. Pelo menos boa parte deles. O mesmo fenômeno, para o bem da humanidade, deverá acontecer com os europóides. Nada demais.

    • Judeus nunca foram doutrinados ou ensinados a rejeitarem suas origens ou sua própria cultura como vem ocorrendo com os europeus. O texto se refere ao “tradicional” tratamento com dois pesos e duas medidas por parte da esquerda, que, de um lado, forma centenas de ongs para “proteger” e “defender” as mais variadas culturas mundo afora, julgando-as como “melhores”. De outro, condena sumariamente a cultura européia/ocidental como “racista, misógina, escravagista, intolerante” e etc. como se só ela tivesse cometido atrocidades, e os outros povos fossem todos “amorosos, humanitários e pacíficos” por toda sua existência. Basta citar o tratamento que o islã dispensa às mulheres ATÉ HOJE, em pleno século XXI, por exemplo. O mesmo vale para a Igreja Católica, que é atacada pelo que alguns de seus líderes fizeram à época da inquisição, 500 anos atrás. No entanto, repito, em pleno século XXI, vemos o islã tratar mulheres como seres inferiores (sem falar dos homossexuais e negros), e mesmo assim ser defendido pelos mesmos que criticam o passado da ICAR.

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