Destaques


1 – BONECAS PERVERSAS
2 – QUASE QUATRO BRASIS NA POBREZA
3 – “TRIBOS DE RATOS”
4 – CINCO ANOS DE DÉFICIT

Para alternar entre os tópicos, utilize os botões “Anterior” e “Próximo” abaixo:

1Bonecas perversas

Às vésperas das recentes festas natalinas, noticiamos aqui a distribuição de bonecas transgênero – com sexo masculino e aparência de menina – por determinada ONG em Goiás, causando indignação em pais de crianças.

Agora, por ocasião da festa dos Reis Magos (6 de janeiro), essas bonecas estavam expostas em lojas de Ciudad del Este, no Paraguai. O fato despertou um verdadeiro furor nas famílias locais que, ao constatarem a perversidade do brinquedo, denunciaram às autoridades o comércio que o divulgava, levando a prefeita, Sandra Zacarias, a ordenar o fechamento das lojas e apreender a infame mercadoria.

No ano passado, o Paraguai proibiu o uso nas escolas de material sobre a diversidade sexual, tendo o próprio ministro da Educação, Enrique Riera, se oferecido para queimar os livros relativos a tal perversão.
Em outros tempos, essa era a atitude normal: destruir o mal pela raiz, em conformidade com a rejeição de Deus ao pecado de sodomia, que O levou a pulverizar Sodoma e Gomorra com fogo vindo do Céu.

Fonte: “Furor por causa de ‘bonecas trans’ faz Ciudad del Este fechar lojas”, Folha de S. Paulo, 11 de janeiro de 2018

2Quase quatro Brasis na pobreza

Com a derrocada da Terceira Revolução (comunista)*, a China viu-se na necessidade de se metamorfosear e entrar no fluxo dos acontecimentos, sobretudo na globalização, sob pena de continuar parada no tempo. A manobra foi mesclar comunismo com capitalismo, ou seja, manter a ditadura comunista aceitando princípios capitalistas, evidentemente também como meio de evitar perder o controle do país.

Notícia recente (“Concentração de riqueza na China dobra em duas décadas”, O Globo, 8/1/2018) informa que, com uma população de 1,4 bilhões de habitantes, 700 milhões de pessoas foram retiradas na China da linha de pobreza nos últimos anos. Isso equivale à metade de sua população – ou quase quatro Brasis. Pergunta-se: Quantos milhões ainda continuam na pobreza? A outra metade? Só por esse dado, vê-se que a igualdade comunista nivela a sociedade por baixo, mantendo todos na pobreza e na miséria.

Segundo relatório do projeto World Wealth and Income Database, em meio a esse mar de penúria, 1% da população que em 1995 detinha 15% da riqueza do país, agora dobrou para 30%. Com certeza, entre eles estavam a Nomenclatura e seus lacaios. Agora, constata-se que esses afortunados dobraram sua renda. E as diferenças entre ricos e pobres só tem se acentuado.

* Conforme o livro Revolução e Contra-Revolução, de Plinio Corrêa de Oliveira, a Revolução comunista faz parte do processo revolucionário que teve inicio no século XV com a decadência da Idade Média.

3“Tribos de ratos”

Capa do livro “Le Peuple de rats” de Patrick Saint-Paul. edition grasset. Ouça podcast clicando na imagem.

Obrigada a contradizer-se a si mesma para não perder o bonde da História, a ditadura comunista chinesa adotou princípios capitalistas, empunhou a bandeira da globalização e entrou na Organização Mundial do Comércio (OMC). Para adequar-se às regras do jogo, viu-se forçada a fechar várias fábricas estatais que funcionavam com subsídios do Estado e podiam assim oferecer seus produtos a um custo bem abaixo dos países concorrentes, caracterizando uma concorrência desleal.

De uma hora para outra, 60 milhões de chineses perderam seus empregos, sem que tivessem sido realocados para outras ocupações. O resultado é o agravamento da miséria da população, que se vê obrigada – ilegalmente, contrariando as determinações do Estado todo-poderoso – a buscar colocação em grandes centros urbanos. Calcula-se que pelo menos um milhão de chineses moram nos subterrâneos de Pequim, onde famílias inteiras se amontoam em espaços apertados. Ficaram por isso conhecidos como “tribo dos ratos”.

E para maior infortúnio desses pobres desvalidos, por não terem autorização do Estado totalitário para residirem na capital, qualquer atrito, confusão ou percalço que houver, eles não têm a quem recorrer. Não dispõem de qualquer proteção social, nem mesmo de escola para os filhos ou hospital público.

A associação da ditadura comunista com o capitalismo obriga o povo chinês a se arranjar como puder: desassistido de tudo e, ao mesmo tempo, necessitando de tudo.

Fonte: “Concentração de riqueza na China dobra em duas décadas”, O Globo, 8/1/2018

4Cinco anos de déficit

Segundo um estudo divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional, nos últimos cinco anos as estatais custaram ao governo R$ 122,31 bilhões, gerando um retorno de R$ 89,35 bilhões, ou seja, mais custos do que lucro.

Um dos benefícios do Tesouro com essas empresas é o Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFACs), subvenções para o pagamento de despesas com o pessoal, que mesmo assim foram deficitárias!

O interesse particular é que faz uma empresa desenvolver-se e crescer, gerando consequentemente empregos e outros benefícios para a sociedade.

“Tudo o que é de todos, não é de ninguém”, diz o ditado. Sendo essas empresas geridas pelo poder público, entende-se o fracasso das mesmas: são usadas para a obtenção de vantagens políticas e se tornam cabides de emprego. O indivíduo posto à sua frente é um mero funcionário, sem o menor estímulo do particular, que se esforça desde o início para o empreendimento crescer. A estatal assim usada como poleiro de políticos está também sujeita ao desvio de receitas. Entende-se então por que todas as esquerdas em qualquer lugar do mundo são favoráveis à estatização das empresas.