Destaques


1 – HÁ 50 ANOS… REVOLUÇÃO RUSSA (III)
2 – INDOLÊNCIA FACE AO DITADOR
3 – BRASIL DIZ NÃO À ANARQUIA

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1Há 50 anos… Revolução russa (III)

[…] Um balanço dos reflexos do fenômeno comunista no mundo contemporâneo não poderia deixar de incluir uma referência dorida a uma das maiores injustiças de toda a história da humanidade.

Com efeito, a dominação vermelha conserva sujeitos a um jugo injusto e desumano, antinatural e nefasto, povos na maior parte ilustres por seu papel na cristandade, pelo valor de sua cultura, de sua arte e de seu progresso técnico. Esse gênero de dominação representa a sujeição do cristão ao ateu, do homem probo ao regime ímprobo, do homem civilizado à barbárie marxista, em cujas garras se debatem em vão, sujeitos como estão a déspotas que não têm recuado diante de práticas genocidas, de perseguições religiosas e raciais, e de deportações em massa, – muito semelhantes, note-se, às do nazismo.

Não é só o crime que constitui uma vergonha, mas também a indiferença ante ele, a placidez do espectador que, sentindo-se a coberto do risco, não quer assumir o duro ônus da defesa da vítima. Desta vergonha participam no mundo livre consideráveis setores de egoístas, quando não de simpatizantes do agressor. Não somos destes, e não queremos ser daqueles.

A Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade não pode deixar que transcorra o ominoso cinqüentenário da revolução bolchevista, sem que – em meio a tantos silêncios deploráveis – levante contra esse colonialismo sua voz, a qual vai alcançando sempre maior ressonância na América Latina como em diversos ambientes da Europa e da América do Norte.

Esse protesto vai acompanhado de uma expressão de profunda solidariedade com o sofrimento de todos os povos de além da cortina de ferro e da cortina de bambu, e de uma saudação fraterna aos refugiados de tantas nações mártires legitimamente saudosos da pátria em que deixaram o melhor do seu coração.

Cfr.: http://www.pliniocorreadeoliveira.info/1967_203_CAT_No_50o_aniversario.htm#.WhMyxkxFxqN

2Indolência face ao ditador

Manifestantes protestam nas ruas de Caracas contra o presidente Nicolás Maduro. Foto: AFP PHOTO / FEDERICO PARRA

Um dos países mais ricos do mundo em jazidas de petróleo e que desfrutava de uma economia confortável chegar ao ponto em que está atualmente a Venezuela, é de não se saber o que dizer. No afã de promover o tal socialismo bolivariano, seus dois últimos governantes usaram a riqueza do país em gastos maiores do que podiam e o resultado foi o endividamento com empréstimos chegando ao ponto de atualmente só ter dinheiro em caixa para pagar os juros das dívidas. É como um homem que gasta mais do que o salário que recebe: ele passa a contrair dívidas e o dinheiro que tem só dá para pagar os juros aos credores.

E o mais espantoso em tudo isso é a indolência dos países da região em face do sofrimento do povo venezuelano. Sim, indolência, porque essa é a palavra para qualificar a moleza com que se tolera a consolidação da ditadura comunista de Maduro.

Fonte: Seção Opinião: “Causa”, O Globo, quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Venezuela tem dinheiro só para pagar dívidas”, O Estado de S. Paulo, terça-feira, 14 de novembro de 2017

3Brasil diz não à anarquia

Os recentes protestos contra a reforma trabalhista realizados em todo o Brasil foram tão pífios, segundo as centrais sindicais, que passaram como se não tivessem existido. Aliás, a mídia só noticiou os de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. De acordo com os próprios organizadores, em Brasília compareceram ao ato apenas 500 pessoas. No Rio de Janeiro não foi informado o número de participantes da manifestação, mas ela foi tão efêmera que durou menos de duas horas. Em São Paulo, as centrais sindicais disseram que compareceram 20 mil pessoas, mas a Polícia Militar eximiu-me de contar, dado o evidente exagero.

Fica claro que só compareceram aos protestos os profissionais da desordem, inclusive portando o símbolo da anarquia. São estes os opositores das reformas que viabilizam a estabilidade econômica do País.

Fonte: “Protestos contra reformas têm baixa adesão”,O Estado de S. Paulo, sábado, 11 de novembro de 2017