Destaques


1 – RÚSSIA CONFIRMA A ATUALIDADE DE FÁTIMA
2 – “QUANTO PIOR, MELHOR”?
3 – LEGALIZAR O VÍCIO

Para alternar entre os tópicos, utilize os botões “Anterior” e “Próximo” abaixo:

1Rússia confirma a atualidade de Fátima

O Centro Nacional de Cibersegurança (NCSC), órgão do governo britânico, confirmou a existência de 150 mil contas falsas baseadas na Rússia para manipular a favor do Brexit, bem como a atuação de hackers russos em empresas de telecomunicações e energia do Reino Unido. Segundo o diretor do NCSC, está claro que a Rússia busca a erosão do sistema internacional. Também a ministra britânica, Theresa May, denunciou que hackers de Moscou agem em instituições europeias, como o Ministério da Defesa da Dinamarca e o Parlamento da Alemanha.

Nos anos da guerra fria, a interferência russa era por meio de seus agentes infiltrados, ou pela força das armas. Agora a discórdia e a confusão são feitas por fantasmas nas redes sociais, confirmando assim a atualidade das profecias de Nossa Senhora em Fátima: “A Rússia espalhará seus erros pelo mundo, provendo guerras e perseguições à Igreja”.

Cfr.: “Russos criaram 150 mil contas falsas pró-Brexit”, O Estado de S. Paulo, sexta-feira, 17 de novembro de 2017

2“Quanto pior, melhor”?

Em meio à crise brasileira, o empreendedorismo do agronegócio assegura mais de 30% dos empregos formais no País, é responsável pelos sucessivos superávits na balança comercial e, usando tecnologia de ponta e respeitando à risca as leis ambientais, faz do Brasil o segundo exportador mundial de alimentos. Portanto, um esteio da economia nacional.

Apesar de tudo isso, uma campanha ideológica procura apresentar o proprietário rural como mantenedor do sistema patriarcal, um retrógrado depredador do ambiente, explorador de trabalho escravo, e por aí vai. Com isso, o discurso ideológico quer justificar as criminosas invasões de terras. Fica claro que o objetivo é estatizar o agronegócio, o que levaria infalivelmente à queda da produção e à consequente falta de alimentos acessíveis nos centros urbanos. É a velha tática da esquerda de prejudicar o quanto possível o que vai bem, porque, para ela, “quanto pior, melhor”.

Cfr.: “As instituições brasileiras vivem no mundo da lua”, Folha de S. Paulo, sábado, 18 de novembro de 2017

3Legalizar o vício

É notório que a crise por que passa o Brasil é consequência de um esquema de corrupção instalado nos meios políticos. Pois bem, a pretexto de angariar divisas para equilibrar as contas do País, tramita no Senado um projeto para a legalização dos jogos de azar.

Ora, está comprovado que as receitas provenientes do jogo não só não solucionam o problema, como os males que adviriam da referida legalização – o alcoolismo, as drogas, a violência, inclusive doméstica, a ruína econômica de incontáveis famílias, crimes de toda ordem, enfim, toda sorte de vícios – seriam simplesmente enormes. Mesmo assim, há quem proponha um projeto para restaurar o que em boa hora foi banido. Mas o que esperar de um Congresso onde vários parlamentares são alvos de denúncias de corrupção? Aliás, o que é o vicio, senão o filho da corrupção?

Fonte: “Uma péssima cartada”, O Estado de S. Paulo, quinta-feira, 23 de novembro de 2017