Destaques


1 – FACILIDADE PARA A CHINA, DIFICULDADE PARA A FRANÇA
2 – O BRASIL ESTÁ SENDO VENDIDO AOS CHINESES
3 – QUAL O GÊNERO DESSA IDEOLOGIA?

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1Facilidade para a China, dificuldade para a França

O embaixador da França – país que é o segundo maior investidor direto no Brasil – reuniu repórteres para um café, ocasião em que se queixou das dificuldades de toda ordem que vem encontrando para incrementar os investimentos franceses entre nós, que giram em torno de US$ 30 bilhões e geram cerca de 500 mil empregos.

Se isto é assim, não é temerário supor que em relação aos investimentos chineses deve haver facilidades de toda ordem.

Leia mais em: “A colônia órfã”, O Estado de S. Paulo, domingo, 12 de novembro de 2017

2O Brasil está sendo vendido aos chineses

Durante o governo militar, havia no Brasil uma forte campanha contra os Estados Unidos. Bastava alguma empresa americana instalar-se aqui para logo aparecer alguém dizendo que o Brasil estava sendo vendido aos americanos. Hoje o Brasil está sendo vendido aos comunistas chineses sem que haja a mínima contestação.

Devido à atual crise econômica brasileira, o jornal britânico Financial Times publicou matéria chamando a atenção para a nossa grande vulnerabilidade frente aos investidores chineses, que não têm encontrado no Brasil resistências políticas aos seus negócios como em outros países.

Há pouco tempo o presidente Michel Temer esteve em Pequim propondo vantajosos negócios…

Confira em Anselmo Gois em sua coluna no O Globo, 16/17 de novembro de 2017,“Pode entrar, a casa é sua” e “Agora, a vez da floresta”

3Qual o gênero dessa ideologia que permite a liberdade de expressão apenas para a esquerda?

Colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em campanha de esclarecimento à opinião pública nas cercanias do SESC Pompeia,

Manifestações contrárias à Ideologia de Gênero, mesmo quando pacíficas, são rapidamente combatidas por aqueles que se dizem partidários da “liberdade de expressão”. Esta, pelo visto, vale muito mais para a esquerda.

No dia 13 de novembro, o reitor da UFBA, João Carlos Salles, lançou uma nota: “O clima de intolerância que se estabeleceu neste país vem repercutindo de forma drástica na liberdade de expressão, no livre exercício profissional e na autonomia universitária para tratar de temas relevantes concernentes a determinados segmentos sociais”, diz a nota, que também cita as agressões sofridas pela filósofa Judith Butler na sua mais recente vinda ao Brasil e a episódios de “cancelamento de exposições e censura a peça de teatro“…. – “Nós nos posicionamos, portanto, contrários às investidas reacionárias que buscam calar o livre debate de ideias e silenciar todo um campo de estudos legitimamente construído e que é fundamental para que possamos ter uma sociedade menos violenta e desigual“, conclui Salles”

Diretora confessa que a reação vem da família

Maria Hilda Paraíso, diretora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, declara: “Há um movimento nacional de intolerância absoluta a um conjunto de assuntos que eles não consideram politicamente corretos”, afirma Paraíso. “Eles querem nos impedir de discutir temas porque dizem que são contra a família, contra a religião, contra os costumes“.

 

 

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