Perseguição homossexual pede ajuda à CNBB

Alberto Távora

Em Bebedouro, cidadãos e empresas podem ser punidas por seguir sua consciência

Você terá que pagar entre R$2.500 e R$50.000 caso homossexuais se “sintam ofendidos” por alguma atitude sua, noticiou O Estado de S. Paulo de 15/10/10.

Que tipo de atitude é considerada ofensiva? A notícia não diz. Pior: a própria lei não especifica. Como a noção de “ofensa” é completamente vaga, sua atitude será ofensiva e discriminatória se a “vítima” assim entender. Se uma mãe católica à procura de babá não quiser contratar um homossexual que apareça, pode ser punida por “homofobia”. Testemunhas não faltarão…

As punições vão desde advertências, multas de R$ 2,5 mil e proibição de participar de licitações públicas e concursos no caso de pessoas físicas a cassações de alvarás e multas de até R$ 50 mil em caso de empresas.

Mas isso já foi aprovado para todo o Brasil? Não. O jornal se refere a uma lei municipal aprovada em Bebedouro-SP. A citação acima é do site da Câmara Municipal da cidade (http://www.camarabebedouro.sp.gov.br/).

Então se não é para o Brasil inteiro ainda, posso me despreocupar?

Claro que não! Primeiro porque nenhum brasileiro tem direito de achar bom e normal alguma coisa, só porque ainda não chegou na sua cidade. Se o incêndio pega na casa do vizinho, tolo seria eu se sentasse para comer pipoca.

Mas tem mais: há um decreto presidencial de dezembro de 2009 (o PNDH-3) que quer impor essa lei para o Brasil inteiro. Não só com multas, mas até com prisão. (Cfr. PL 122/2006, mais conhecido como “lei da homofobia”).

Para a aplicação dessa lei, o movimento homossexual está se mobilizando como pode:

1 – Uma penca de entidades homossexuais – juntamente com organizações pró-aborto e outras tipo MST –  estão fazendo uma campanha nacional pela aplicação integral do PNDH-3.

Comento: apesar de serem por volta de 231 associações, elas têm pouca força, pois a população, em sua maioria, é infensa a esses grupos de pressão. O problema está no próximo tópico.

2 – Pasmem! Junto a essas associações estão 3 organismos… da CNBB! Ou seja, as entidades acima sentiram que, sem um apoio eclesiástico, pouca força teriam. E conseguiram… (saiba mais)

Se quisermos então barrar a “lei da homofobia”, temos que denunciar a ação daqueles que usam o nome de católicos para impulsionar a revolução sexual.

Faça sua parte, leitor, entrando em contato com sua Diocese, para que esta manifeste seu desagrado pela postura da CNBB. E divulgue este alerta entre seus amigos usando o sistema de compartilhamento abaixo.

Pois não é só questão de multa e prisão. É uma questão de consciência.