O fortalecimento do Estado em detrimento da economia privada vem obtendo resultados desastrosos. Os resultados apresentados neste site sobre as toneladas de alimentos que se perderam na Venezuela se somam à intenção do governo venezuelano de condenar os latifúndios, mesmo…
Resumo: Relatório da CPMI do MST deveria ser apresentado pelo relator da comissão parlamentar que investigou o movimento. O artigo registra a expectativa de votação e encerramento dos trabalhos, além do volume de requerimentos pendentes, situando a divulgação do documento no debate político sobre invasões de terra, financiamento e atuação do MST.
Agência Câmara de Notícias
O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), deputado Jilmar Tatto (PT-SP), apresenta nesta quarta-feira (23) o seu relatório final. Mesmo com mais de 100 requerimentos em pauta, Tatto quer votar o relatório já na próxima semana e encerrar os trabalhos.
A maioria dos requerimentos, segundo ele, é ilegal e foge ao objeto da CPMI, que foi instalada em dezembro de 2009 para investigar irregularidades em convênios entre a União e entidades vinculadas ao MST.
Jilmar Tatto acusa a oposição de ter abandonado a CPMI, que segundo ele foi desnecessária e não serviu nem como palanque. “Instalou e a oposição abandonou.
Então, vou pedir que o Tribunal de Contas da União (TCU Órgão auxiliar do Congresso Nacional que tem por atribuição o controle externo dos atos financeiros, orçamentários, contábeis, operacionais e patrimoniais dos Poderes da República. ) continue verificando a prestação de contas dos convênios de órgãos do governo federal com as entidades ligadas ao campo, e que crie mecanismos de controle mais apropriados para ninguém ser penalizado por falta de regras mais claras de prestação de contas”, informou. (mais…)
Há poucos dias, um despacho da Agência Brasil (13/06/2010) informava que “jovens de sete países debatem em Brasília saúde sexual”. Através da mesma notícia, se ficava informados da finalidade do evento. “Queremos criar lideranças na juventude para atuar com outros…
Resumo: Governo banca festa ao financiar uma feira de agricultura familiar e a hospedagem de assentados em hotel de alto padrão em Brasília. O artigo critica o uso de recursos públicos, contrapõe a estrutura luxuosa às invasões promovidas pelo MST e questiona prioridades administrativas que transferem custos ao contribuinte enquanto celebram políticas agrárias do governo.
É por nossa conta
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA
O governo federal gastou uma fortuna no superproduzido evento sobre agricultura familiar, em Brasília, incluindo painéis eletrônicos de última geração. E hospedou por nossa conta 230 sem-terra no hotel 5 estrelas Golden Tulip, que em nada lembra invasões selvagens que realizam.
Governo banca festa de R$ 15 milhões para assentados
Uma festa para pequenos agricultores e famílias de assentados da reforma agrária, em Brasília, está orçada em R$ 15,2 milhões.
São recursos do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que ainda captou, por meio de uma ONG, mais R$ 1 milhão –quase a totalidade desse valor obtida de estatais.
Trata-se da 7ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Brasil Rural Contemporâneo), que começou na quarta-feira e termina amanhã em Brasília. Foram gastos R$ 13,7 milhões para montagem do evento e o restante será usado para transporte e hospedagem.
Resumo: Ordem temporal é refletida a partir do papel das realidades criadas e da sociedade no destino humano. O artigo, inspirado no pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira, sustenta que a vida civil, a cultura e as instituições não são indiferentes à salvação, pois devem respeitar a finalidade própria das coisas e a lei de Deus.
Perguntar se a ordem temporal tem algum papel para a salvação equivale a perguntar se toda aquela obra que Deus fez em sete dias interessa à salvação!
Plinio Corrêa de Oliveira
Há na Europa museus de arte popular tradicional. Apresentam objetos de artesanato interessantes, pitorescos, magníficos, que o povo inventa e que depois se imobilizam como uma tradição porque o povo encontrou a própria expressão de sua alma naquilo que produziu e passa séculos utilizando tais objetos.
Exprime esta tendência o que em alemão se diria drang nach oben – pressão, esforço para cima. Esta seria uma tendência da sociedade inteira.
E enquanto no castelo se estariam fazendo móveis cada vez melhores e vivendo uma vida cada vez mais bonita, a casa do trabalhador manual seria cada vez mais curiosa, mais interessante, mais artística.
O drang nach oben é o contrário do miserabilismo e representa precisamente esta tendência de subir, subir, subir. Se as almas sobem, secundariamente também os estômagos ficam mais normais, mais saudáveis, e as pessoas comem mais, bebem mais, falam mais, nasce a canção popular, nasce a dança popular tão pura, tão casta, nasce toda uma vida que é toda ela concebida e nascida do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos ensinamentos da Igreja.
Trata-se do contrário da sociedade miserabilista. Também não é a sociedade de consumo1. Essa sociedade não-de-consumo é um fenômeno de alma e se poderia chamar sociedade de ideal, sociedade de fé, ou – melhor ainda – Cristandade. (mais…)
Resumo: Apoio a plebiscito sobre o limite da propriedade rural é discutido no contexto do Grito dos Excluídos e de posições da CNBB. O artigo contrapõe a proposta aos princípios da lei natural e ao direito de propriedade, argumentando que democratizar a terra por meio de restrições pode enfraquecer o fruto do trabalho e a autonomia das famílias.
Há alguns dias Bento XVI disse em homilia no Vaticano que nenhum governo pode tentar “modificar” ou “destruir” os princípios da Lei Natural, sob pena de levar o país ao relativismo e ao totalitarismo. Ora, entre os princípios da Lei Natural está o direito de propriedade. Se o homem é dono de si, é dono do fruto de seu trabalho, já ensinava Leão XIII.
Infelizmente, correntes infectadas de comunismo e socialismo se infiltraram nos meios católicos, dando origem ao chamado progressismo. Essa corrente chegou a ter influência até em altos cargos do clero. Em nome da paz e da justiça, tal corrente propugna diversas medidas para cercear o direito de propriedade. Veja a última medida progressista nesse sentido, lendo a notícia abaixo:
Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Franca, SP.
As coordenações nacionais e regionais das Pastorais Sociais e dos Organismos membros da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, divulgaram uma carta de apoio e participação ao Grito dos Excluídos e ao Plebiscito Popular para o limite de propriedade da Terra no Brasil.
A carta, divulgada no encerramento do encontro das coordenações, em Brasília, na quarta-feira passada, é assinada pelo presidente da Comissão, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Franca, SP.
“A decisão de participar do Grito dos Excluídos e do Plebiscito tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas” – frisa a carta.
O Plebiscito é uma das ações concretas propostas pela Campanha da Fraternidade deste ano, que discutiu o tema “Economia e vida”.
Leia a íntegra da carta, como publicada no site da CNBB.
APOIO AO PLEBISCITO POPULAR PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA E AO 16º GRITO DOS EXCLUIDOS (mais…)
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