A sociedade brasileira sofreu mais um golpe esta semana.
De acordo com notícia veiculada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou recurso do Ministério Público do Paraná e abriu caminho para a adoção de crianças, de qualquer sexo e idade, para um "casal" de homossexuais que vivem juntos em Curitiba.
Um novo e grave conflito religioso eclodiu no México. Motivo: a aprovação das uniões homossexuais com amplos direitos, inclusive o de adoção. O Cardeal Juan Sandoval, da cidade de Guadalajara, acusou os magistrados da Suprema Corte de terem sido subornados para ratificar as modificações do Código Civil que adotam as propostas do lobby homossexual. O tema divide a opinião pública do país.
A aprovação da lei das uniões homossexuais faz parte de uma revolução cultural e legislativa promovida pelo governo esquerdista de Marcelo Ebrard, da Cidade do México, do Partido da Revolução Democrática (PRD). Em abril de 2007 o PRD promoveu a despenalização do aborto.
Alguns deputados estaduais tentam empurrar a lei da homofobia para o País inteiro
Apelo aos Srs. Deputados Estaduais de Goiás
No dia 11 de agosto p.p., a Assembléia Legislativa do estado de Goiás aprovou uma proposição (nº1155) do dep. Mauro Rubem, solicitando ao Senado Federal a aprovação do PLC 122 de 2006.
Que Projeto de Lei é esse? É o que propõe a tristemente famosa “Lei da Homofobia”.
Tal projeto de lei estabelece uma verdadeira perseguição no Brasil contra todo e qualquer cidadão que exprimir livremente sua opinião contra a prática homossexual. E, como a maioria das pessoas que não admite essa prática o faz por razões religiosas, equivale a uma perseguição religiosa que se instala.
Aqueles que se opuserem ao homossexualismo, como um sacerdote, uma mãe de família ou um policial, poderão ser multados e até presos, sob pretexto de terem “discriminado” os homossexuais. Estes passam a constituir uma “classe especial”, uma espécie de nomenklatura ao estilo soviético. Ser contra o “casamento” homossexual, por exemplo, que é a institucionalização do vício, passa a ser crime.
Ora, o homossexualismo, de acordo com a doutrina católica, é um dos “pecados que bradam ao Céu”, pois que atenta contra a própria ordem posta pelo Criador. É condenado de modo incisivo na Bíblia. Igualmente opõe-se à Lei natural, impressa no coração de todos os homens. (mais…)
BRASILIA, 29 de julho de 2010 (LifeSiteNews.com) – O governo brasileiro assinou um documento patrocinado pela ONU endossando a despenalização do aborto em toda a América Latina.
Intitulado “Consenso de Brasília” e legalmente não vinculante, o documento foi publicado pela XI Conferência Regional sobre as Mulheres da América Latina e do Caribe (CEPAL), reunida na capital do Brasil. Ele contém numerosas referências, algumas oblíquas e outras explícitas, a medidas favoráveis ao aborto, ao homossexualismo, à contracepção e a outras políticas atentatórias à vida e à família.
O governo está impaciente em aplicar as propostas do PNDH3 que visam demolir a célula familiar tradicional e tirar a Religião católica do espaço público.
O meio encontrado para fazer isto é afirmar que em nosso País as “minorias LGBT” (leia-se lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) e as “denominações religiosas minoritárias” estão sendo vilipendiadas e perseguidas. Em uma palavra, oprimidas. E, portanto, precisam ações especiais e urgentes dos governantes que devem gastar o dinheiro do contribuinte para defendê-las.
O deputado Paes de Lira (PTC-SP) qualificou de “exemplo danoso” para a América do Sul a aprovação, pelo senado argentino, do casamento homossexual. “Não tenho dúvida de que essa decisão dará força a grupos de pressão no Brasil, grupos que…
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