Em incisivo editorial com o título acima, “The Washington Times” (16/09/2010) comentou que nesta semana Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado, iniciaria a defesa de um novo projeto visando derrubar a lei conhecida como “Don’t ask, don’t tell” [não pergunte, não diga], em vigor a partir do governo Clinton, pela qual os homossexuais em serviço militar não podem ser perguntados a respeito de seu comportamento nem são obrigados a confessá-lo.
Dir-se-ia que não é para já. Estamos num ano de eleições, e o bom senso pede que aqueles inúmeros itens do PNDH-3 fiquem para serem discutidos em 2011.Mas o bom senso não parece ser uma qualidade corrente em certos meios. Por isso, evitando o que possa dar idéia de um perigo, de uma ameaça, vai-se aplicando o conteúdo do PNDH-3 gradualmente, ponto por ponto.Seria um pouco como se, em vez de promover uma invasão maciça, uma tropa executasse uma infiltração soldado a soldado aproveitando da penumbra.
A sociedade brasileira sofreu mais um golpe esta semana.
De acordo com notícia veiculada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou recurso do Ministério Público do Paraná e abriu caminho para a adoção de crianças, de qualquer sexo e idade, para um "casal" de homossexuais que vivem juntos em Curitiba.
Um novo e grave conflito religioso eclodiu no México. Motivo: a aprovação das uniões homossexuais com amplos direitos, inclusive o de adoção. O Cardeal Juan Sandoval, da cidade de Guadalajara, acusou os magistrados da Suprema Corte de terem sido subornados para ratificar as modificações do Código Civil que adotam as propostas do lobby homossexual. O tema divide a opinião pública do país.A aprovação da lei das uniões homossexuais faz parte de uma revolução cultural e legislativa promovida pelo governo esquerdista de Marcelo Ebrard, da Cidade do México, do Partido da Revolução Democrática (PRD). Em abril de 2007 o PRD promoveu a despenalização do aborto.
Alguns deputados estaduais tentam empurrar a lei da homofobia para o País inteiro
Apelo aos Srs. Deputados Estaduais de Goiás
No dia 11 de agosto p.p., a Assembléia Legislativa do estado de Goiás aprovou uma proposição (nº1155) do dep. Mauro Rubem, solicitando ao Senado Federal a aprovação do PLC 122 de 2006.
Que Projeto de Lei é esse? É o que propõe a tristemente famosa “Lei da Homofobia”.
Tal projeto de lei estabelece uma verdadeira perseguição no Brasil contra todo e qualquer cidadão que exprimir livremente sua opinião contra a prática homossexual. E, como a maioria das pessoas que não admite essa prática o faz por razões religiosas, equivale a uma perseguição religiosa que se instala.
Aqueles que se opuserem ao homossexualismo, como um sacerdote, uma mãe de família ou um policial, poderão ser multados e até presos, sob pretexto de terem “discriminado” os homossexuais. Estes passam a constituir uma “classe especial”, uma espécie de nomenklatura ao estilo soviético. Ser contra o “casamento” homossexual, por exemplo, que é a institucionalização do vício, passa a ser crime.
Ora, o homossexualismo, de acordo com a doutrina católica, é um dos “pecados que bradam ao Céu”, pois que atenta contra a própria ordem posta pelo Criador. É condenado de modo incisivo na Bíblia. Igualmente opõe-se à Lei natural, impressa no coração de todos os homens. (mais…)
BRASILIA, 29 de julho de 2010 (LifeSiteNews.com) – O governo brasileiro assinou um documento patrocinado pela ONU endossando a despenalização do aborto em toda a América Latina.Intitulado “Consenso de Brasília” e legalmente não vinculante, o documento foi publicado pela XI Conferência Regional sobre as Mulheres da América Latina e do Caribe (CEPAL), reunida na capital do Brasil. Ele contém numerosas referências, algumas oblíquas e outras explícitas, a medidas favoráveis ao aborto, ao homossexualismo, à contracepção e a outras políticas atentatórias à vida e à família.
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