Na Rússia, escassez de trigo e receio de retorno à URSS

A falta do trigo na Rússia e as desculpas esfarrapadas do presidente fazem lembrar os tempos do comunismo.


O povo russo acha que os tempos soviéticos da escassez de trigo estão de volta. Os preços no mercado negro duplicaram, e o Kremlin teme uma reação violenta do povo.

Cidadãos giram pelos supermercados, trocando informações. O presidente Medvedev garantiu que o governo trabalha para reverter a situação, mas só parece ter reavivado a lembrança das desculpas esfarrapadas do regime comunista.

A carência de trigo não é a causa profunda dos temores, o que os russos temem é a velha ditadura soviética reencarnada na atual cúpula política.

A situação assemelha-se à Venezuela, em que a falta de víveres já é rotina. É o que colherá o Brasil se aqui for implantado o regime socialista. Olho aberto! (mais…)

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O eleitorado reclama por princípios – no Brasil, na Suécia e no mundo

Resumo: Os princípios morais aparecem como critério para comparar eleições no Brasil e na Suécia. A análise considera a insatisfação de parte do eleitorado com programas sem referência à família, observa a procura por candidatos coerentes com convicções éticas e…

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Proibidas lâmpadas incandescentes – Dirigismo extremado

Revista Catolicismo Virou crime na União Européia fabricar ou comercializar lâmpadas incandescentes de 75 volts. Os burocratas da UE querem impor a iluminação fluorescente até 2012. No entanto, para os europeus o brilho quente da lâmpada incandescente barata é superior…

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Aquecimento global é a “maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico”

Resumo: Fraude do aquecimento global é a expressão usada pelo físico Harold Lewis ao deixar sociedade científica e criticar pesquisas sobre o clima. Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, renunciou à Sociedade Americana…

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A Luiza destronca o pé…

Resumo: O pé da Luíza, lembrado em narrativa de Eça de Queiroz, serve para refletir sobre a distância emocional diante de tragédias. A história contrasta a comoção provocada por um sofrimento próximo com a indiferença perante vítimas desconhecidas, mostrando como circunstâncias e proximidade podem alterar a percepção moral dos acontecimentos.

Leo Daniele

Quanto maior a distância de um acontecimento, menor a emoção que um fato causa. É o que diz Eça de Queiroz em “As catástrofes e as leis da emoção”. Para tentar demonstrar sua tese, o autor dá vários exemplos. O mais característico é o caso do pé da Luíza Carneiro.

Era noite, e a senhora lia para uma roda de pessoas o jornal repleto de notícias catastróficas. Primeiro, o terremoto em Java destruíra vinte aldeias e matara duas mil pessoas. Ninguém se interessou por tão longínqua desventura. Depois, mais perto, na Hungria, uma inundação destruíra vilas, campos, homens e gado. Alguém então murmurou, num lânguido bocejo: “Que desgraça!” Em seguida foram relatados uns tumultos na Bélgica, nos quais haviam morrido quatro mulheres e duas crianças. Vozes mais interessadas exclamaram brandamente: “Que horror!”

A leitora vira a página do jornal, e procura noutra coluna. De repente solta um grito, leva as mãos à cabeça e exclama (mais…)

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