Terço em desagravo à Nossa Senhora Aparecida

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O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em Aparecida, hoje, 10 de outubro.

Manifestando nossa devoção e desagravo à Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, membros do Instituto rezam em frente à Basílica.

Depoimentos dos participantes, atestam milhares de peregrinos na Via Dutra, em longas caminhadas à pé.

Esse é o Brasil devoto, o Brasil conservador, o Brasil que se dirige à Mãe de Deus pedindo proteção, amparo e orientação na luta contra o aborto, contra a agenda de esquerda que deseja transformar nossa Pátria em uma grande Venezuela.

A devoção a Nossa Senhora, ensina São Luiz Grignion de Montfort é sinal inequívoco de salvação eterna.

Peregrinos, na faixa lateral, eram vistos por kilômetros da Dutra

Transcrevemos a seguir comentários do Prof. Plinio ao Tratado de São Luiz Grignion:

Os Apóstolos dos Últimos Tempos 

São Luís Grignion nos fala agora especificamente dos Apóstolos dos Últimos Tempos: “Deus quer, finalmente, que Sua Mãe Santíssima seja agora mais conhecida, mais amada, mais honrada, como jamais o foi” (tópico 55). 

Dizíamos acima que, nos últimos tempos, Nossa Senhora seria mais conhecida e mais amada. Neste tópico São Luís Grignion nos afirma que é agora, isto é, no tempo dele. Portanto, sua época já participa dos últimos tempos. 

E isto acontecerá, sem dúvida, se os predestinados puserem em uso, com o auxílio do Espírito Santo, a prática interior e perfeita que lhes indico a seguir” (tópico 55).

Peregrinação à Aparecida: via Dutra, 10 de outubro de 2021

Eis o papel histórico da devoção que prega. É o meio pelo qual os predestinados da graça podem adquirir este espírito e colocar-se de acordo com a sua vocação. É a devoção que até aí conduz. 

E, se a observarem com fidelidade, verão então claramente, quanto lho permite a Fé, esta bela Estrela do Mar, e chegarão a bom porto, tendo vencido as tempestades e os piratas. Conhecerão as grandezas desta Soberana, e se consagrarão inteiramente a seu serviço, como súditos e escravos de amor” (tópico 55). 

Será que antes de São Luís Grignion – poder-se-ia perguntar – ninguém conheceu Nossa Senhora? Maria Santíssima não levou antes dele ninguém a bom porto? Será que Ela não fez manifestar na Igreja, antes dele, as suas grandezas? Seria absurdo admiti-lo. Por que então ele apresenta estas coisas como típicas do seu espírito? É porque elas serão mais reais nas almas formadas em sua escola de espiritualidade do que em qualquer outra. O que já é verdade de todos os santos, de todos os que seguem a doutrina da Igreja, sê-lo-á muito mais ainda dos que seguirem a espiritualidade de São Luís Grignion. 

Ele aqui apenas insinua o que irá dizer mais tarde: a devoção que ensina e os princípios mariais que inculca não são acessíveis ao conhecimento de qualquer homem. Conhecer bem Nossa Senhora, praticar esta devoção, é uma predestinação, é uma graça especial, não comum. Esta não é uma devoção para qualquer pessoa, mas apenas para alguns predestinados. É uma graça especialíssima, que Deus reserva para os últimos tempos. Por isso, mais tarde ele dirá que, para compreender esta devoção e praticá-la verdadeiramente, é preciso ter recebido um chamado muito especial. O restante do tópico contém uma série de promessas sobre as quais não há comentários especiais a fazer.” https://www.pliniocorreadeoliveira.info/DIS_1951_comentariosaotratado04.htm#.YWMgDGLMKMo

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Associe-se, assista o video https://www.youtube.com/watch?v=sf2GjEcoVbQ

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