Leo Daniele

Homofobia é uma palavra recentemente inventada, resultante da fusão de homossexualismo + fobia, e significa horror ao homossexualismo. Este horror seria algo de malsão, para os que têm simpatia por este vício. Muitos neologismos podem ser construídos da mesma maneira, por exemplo a atualíssima latrofobia, que exprime o horror ao ladrão, ao assaltante, à falta de segurança.

Mas imagine o leitor que ouviu a seguinte conversa:

“Precisamos acabar com a latrofobia ! o horror ao ladrão é uma das mazelas de nosso tempo! Como a homofobia, é um velho preconceito! Uma discriminação contra um pobre amigo do alheio, uma vítima da sociedade. Tudo iria melhor se soubermos banir de nossas mentes esta latrofobia que preocupa tanto nossa gente!”

Palavras loucas! Pois o roubo é e sempre será um mal. Portanto, a latrofobia (recusa do ladrão) é saudável, de forma que todo o parágrafo acima é um disparate. Isto está ao alcance de todos.

E aqui chego ao ponto desejado neste artigo, que é analisar a tentativa de punir o que chamam de homofobia. Se é um absurdo castigar a latrofobia, também é uma aberração punir a homofobia. Mas não falta quem o deseje.

Acontece que a prática homossexual também é e sempre será um mal, que pode e deve ser reprovado. Vale, portanto, para essa prática, de uma maneira geral, o que foi dito sobre a latrofobia. Tanto o roubo como a prática homossexual merecem nossa repulsa. Não estamos comparando os viciados em atos homossexuais a ladrões; são coisas bem diferentes, nem estamos criando nenhum caso pessoal com uma acusação ou insinuação, mas dizemos com firmeza que uns e outros são dignos da maior reprovação.

Não se trata de um preconceito. Preconceito á uma conclusão a que se chega antes da devida análise. Julgar que o homossexualismo é isento de culpa, só porque o vizinho é homossexual ou apenas para seguir a moda, isto sim é um preconceito.

Não se está querendo fazer alusão pessoal a ninguém. Mas a Sagrada Escritura é não apenas clara, mas severíssima, a respeito do homossexualismo. Diz São Paulo, na Epístola aos Romanos (1, 24-32):

“Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza. […] São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, eles não somente as praticam, como também aprovam os que as cometem”.

Terão os adversários da homofobia coragem de censurar publicamente estas palavras de São Paulo? E os mais de vinte séculos de História da Igreja? Se o Apóstolo vivesse em nossa época, considerariam suas palavras um crime? Diriam que ele é um doloso homófobo? E o colocariam num cárcere?