Fato espantoso, ocorrido em Salvador, foi-nos relatado por Thiago Guimarães, no portal “Último Segundo” do iG-Bahia (13-5-2011). A notícia deixa à mostra o que órgãos governamentais entendem por “respeito às diferenças” e o total desprezo da noção do que é educação católica em nosso País.

A vice-diretora de uma escola estadual da periferia de Salvador flagrou uma criança em atos de “ousadia e indecência” com um colega do sexo masculino. E a suspendeu por dois dias, enviando uma carta de comunicação à mãe do aluno.

Nada mais natural por parte de uma educadora ciosa de seus deveres de professora. Ela só poderia, numa sociedade sadia, receber o aplauso de todos os que querem para o País uma geração de amanhã educada no respeito à moral cristã, garantia do futuro da Nação.

Sabem o que aconteceu?

A mãe da criança, em vez de agradecer o zelo da professora, apresentou uma reclamação contra a educadora na Secretaria da Educação.

E, por mais absurdo que pareça, o chefe de gabinete da secretaria, Paulo Pontes, em vez de apoiar a vice-diretora, anunciou a sua exoneração, alegando contra ela “atitude preconceituosa”!!!

E ainda fez publicar uma nota em que dizia: “Lamentamos a atitude da vice-diretora. Nossa orientação é sempre no sentido da inclusão e de respeito às diferenças. Atuamos de forma pedagógica, na perspectiva de construção do indivíduo e sua cidadania, com inclusão social, de gênero e de respeito à diversidade”.

Essa atitude de um órgão governamental faz temer pelo futuro do Brasil. E isso num País que, segundo os ditames da democracia, a vontade do povo devia prevalecer.

Ora, nosso povo é majoritariamente católico. E enquanto tal tem mostrado a sua rejeição a projetos como o PNDH-3, que a meu ver tem muito a ver com a atitude absurda do chefe do gabinete da Secretaria da Educação da Bahia.

Termino com um apelo, um apelo é que também uma esperança: que os bispos e sacerdotes silenciosos comecem a falar contra todos esses desmandos.

Como seria alentador, por exemplo, um ato de solidariedade do Arcebispo de Salvador para com essa digna professora. Talvez ele pudesse até fazer reverter a situação. Rezemos para que isto aconteça.

P.S. – Quem quiser ler a matéria do “Último Segundo”, o link é

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/vicediretora+de+escola+e+exonerada+por+questionar+sexualidade/n1596950507275.html

8 COMENTÁRIOS

  1. INFELIZMENTE NADA MAIS ME SURPREENDE VINDO DA CORJA DO PT E ALIADOS, ESSA TROPA DE PARASITAS SÃO CONTRA TUDO QUE É DIREITO, QUE DEMONSTRE EDUCAÇÃO E RESPEITO, É UM ABSURDO, SE ESSE MONSTRINHO TOCA NO MEU FILHO, VOU ATÉ AS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS PARA REVER MEU DIREITO. NÃO SOMOS OBRIGADOS A PERMITIR QUE HOMOSEXUAIS ASSEDIEM NOSSAS FAMÍLIAS. ISSO É ASSÉDIO O QUE ESSE MENINO FEZ COM O OUTRO.ONDE ESTÁ O DIREITO E OBRIGAÇÃO DA DIRETORA DE PROTEGER O MENINO ASSEDIADO. OU AGORA SÓ UMA CASTA DETURPADA TEM PRIVILÉGIO NESSA CONSTITUIÇÃO. VAMOS LUTAR SIM, NÓS CATÓLICOS, EVANGÉLICOS NÃO BAIXAREMOS A GUARDA, QUEREMOS RESPEITO É UM DIREITO CONSTITUCIONAL NOSSO. DIREITO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, A RELIGIOSIDADE, A MORAL, EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, DIREITO DE NOSSAS CRIANÇAS TEREM UMA INFÂNCIA SADIA SEM INCENTIVOS ABSURDOS DE LEIS, KITS QUE NÃO NOS INTERESSAM. QUEREMOS RESPEITO !!! QUE DEUS TOME CONTA DISSO TUDO E FAÇA JUSTIÇA !!!

  2. Esse secretario de educação deve estar zelando pelo o que ele certamente acataria se fosse seu filho. Paulo Pontes me acredita que uma secretaria não deveria tomar uma iniciativa tão radical. Imagino que se tratasse um menino e uma menina que fossem suspensos por ser pego em atos de “ousadia e indecência” certamente você não exonerava a diretora. Isto porque embora devido à idade deles não fosse aprovado, mais você não entenderia como discriminação, isto porque apesar de ousado é normal. Quando se exonera uma diretora por este motivo certamente houve um ato discriminatório conta os padrões de conduta de uma diretora (também em reconhecer que a atitudes dos meninos não era admissível) que apenas agiu em beneficio da ordem educacional da sua instituição. Acredito que se ele não tivesse tomado tal decisão em algum momento seria exonerada por negligencia. Às vezes nem os gestores se livram das influencia do movimento, como no caso do homossexual, e passam a pensar como eles pensam e acreditam que estão na vanguarda das opiniões, quando na verdade estão apenas sendo influenciados por eles. Alguém de grande sabedoria disse: “Buscai a verdade e a verdade vos libertara”.

  3. @JOSE ANTONIO
    José Antônio, concordo plenamente contigo!
    O que ocorre é que esse governo petista (tanto na esfera estadual como na federal), pretenso defensor das “minorias”, só toma atitude demagógicas, que vão sempre na contra-mão da moral e dos bons costumes.

  4. Bem se eu fosse essa professora, eu relataria a “ousadia e indecencia” que eles praticavam, com cada palavra possível, ora estamos falando de um assunto aberto para todos, atalvez a professora ficou com tanto medo de ser mais uma desempregada no País democrático que é o Brasil….kkkkkkkkkkk…que não relatou como o ocorrido aconteceu com palavras suficientes para a “mãe” que deve ser apenas uma “genitora” entender que alí estava um problema com seu filho que ela precisa resolver, palhaçada, isso sim está o nosso Brasil, é corrupto se tornando mais corrupto e acreditando que está no caminho certo, Jesus está voltando como Juíz, todos verão.

  5. O SENHOR PAULO PONTES ALEGOU, PELO QUE SE LÊ EM SUA NOTA, “NOSSA ORIENTAÇÃO”… CERTAAMENTE ELE SEGUE ORIENTAÇÕES SUPERIORES A ELE. E SENDOASSIM HÁ UMA CORRELAÇÃO DE FORÇAS COONTRÁRIAS A EDUCAÇÃO DESDE A MAIS TENRA INFANCIA, UMA VEZ QUE A MÃE SE POSICIONOU “CHEIA DE RAZÃO” CONTRA A VICÊ DIRETORA. ESTA MÃE IGNORA QUE O FUTURO DE SEU FILHO DEPENDERÁ SEMPRE DA ESCOLA.
    E MAIS, A QUESTÃO DA INCLUSÃO SOCIAL NÃO SE RESOLVER SEM INTERFERENCIA DE ALGUÉM QUE SABE AGIR NO MOMENTO CERTO CORRIGINDO A DISTORÇÃO NO MOMENTO QUE ACONTECE.
    Há uma observação que acho interessante; a meu ver tres profissões mexem com a vida das pessoas: a do médico, a do sacerdote e pastor e a do professor. Como a do médico, se este não intervir, o paciente pode ir a óbito. O sacerdote e pastor, se não interferem a pessoa perderá a fé e seus valores espirituais, e professor se não interferir na educação e formação do aluno, este não terá futuro. Das tres a maior é a do professor, pois todas as demais dependem e sempre dependerão dos mestres, de que quem os ensina. Ninguém pode prescindir dos medicos, professores e sacerdotes, ou pelo menos não deveriam!
    As demais profissões são para a manutenção e qualidade de vida de todas os individuos.

  6. Ó Xente!!!aluno, nos meus tempos queria dizer educando! se não o é mais, pra que ir à escola? Vire [homossexual] no quintal de sua casa! E a “mainha” reagiu contra a escola? Acho absurdo que no texto acima essa … possa ainda ser chamada de mãe! Ainda que a mestra tivesse feito uma revolta, do tipo: “MORTE ÀS [homossexuais]”! o corretivo procederia e deveria ser bem vindo até por essa senhora que gerou o monstrinho!

  7. Sou solidário a essa professora e indago ao Sr. Paulo Pontes: “respeito às diferenças”?
    Ora, ora, ora, que contradição! Alguém lembrou como sentiu-se mal, ao que tudo indica, a outra criança, aquela ASSEDIADA??
    Onde está o respeito à diferença dessa vítima???!!!!!????
    Uma vez mais o “politicamente correto” revela o que é: moralmente INcorreto e preconceituoso/discriminatório (a máscara caiu!), pois cria castas privilegiadas e discrimina as pessoas que são diferentes daquelas castas ideologicamente privilegiadas (usadas).

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