Leo Daniele

Autor

Leo Daniele

205 artigos publicados

dedicou mais de 50 anos à defesa da Igreja e da Civilização Cristã. Discípulo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, destacou-se pela exaltação do pulchrum — o belo transcendental — e pelo combate às forças revolucionárias. Autor de obras como O Universo é uma Catedral e A Cavalaria Não Morre, uniu ação concreta à reflexão sobre o simbolismo e a sacralidade, deixando um legado de luta pelo ideal do sublime e pela ordem cristã.

Ter nojo é coisa boa?
Em matéria de asco, a barata parece exercer uma espécie de liderança incontestável. Que conclusões tirar dos assuntos conexos?

Ter nojo é coisa boa?

Resumo: Consumo de insetos e repulsa natural são discutidos a partir de campanha internacional que procura normalizar uma nova alimentação humana. Caro leitor: já tomou conhecimento de uma campanha internacional incentivando a que se comam insetos? Vai além de todo…

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“Se não tivesse existido o padre ‘X’, nossa região teria compreendido a mensagem da Revolução” (de um jornal anarquista)
Santo Antonio Claret

“Se não tivesse existido o padre ‘X’, nossa região teria compreendido a mensagem da Revolução” (de um jornal anarquista)

A queixa do título é de um jornal anarquista[1], portanto revolucionário, que atribui a um Padre o fato de a Revolução não ter entrado na importante região em que exercia seu apostolado. Essa crítica é um grande elogio. Esse padre…

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Para onde vamos?
Essa graçola do cachorro usando óculos, é simbólica da uma das mais extremas formas de igualitarismo: o homem dotado de inteligência e de uma alma imortal, coloca-se em pé de igualdade com um ser irracional

Para onde vamos?

Resumo: Igualitarismo e a campanha de maio são ligados a ações de grupos de esquerda, à psicologia coletiva e a novos episódios de mobilização. Ofensiva psicológica acelerada, neste mês de maio Vai longe a inglória tarefa de diminuir a distância…

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Lei das Domésticas: ruim para as patroas, pior para as empregadas

Com a emenda 77, cada doméstica como que recebe um número, e passa a fazer parte de uma engrenagem. A dona ‒ se aguentar o tranco financeiro ‒ é, como imagina essa lei, aquela mulher ríspida e exigente, que transmite as ordens pelo celular para não falar pessoalmente com a empregada e quer ver o serviço pronto, rápido e sem conversa. Ela não é a patroa, mas a empregadora; há uma diferença de matiz entre as duas palavras. Ainda como essa lei a imagina, ralha por causa das menores irregularidades, e se afunda depois em sua vida de luxo e altíssimo nível. A pobre doméstica se sente tratada com desprezo, como a peça de uma máquina. Sempre segundo o contexto dessa lei, a patroa ‒ desculpe, a empregadora ‒ bem rica para poder pagar os novos encargos trabalhistas, a olha como pelo lado contrário de um binóculo imaginário, que em vez de aumentar diminui tudo enormemente. E depois paga, ou manda seu contador pagar, também olhando pelo lado inverso do binóculo, ou seja, sem um centavo a mais do que manda a lei. (mais…)

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