Brasil apontado como vilão da ecologia

Em Durban, África do Sul, mais uma conferencia mundial, a COP-17, tentou impor uma meta ambientalista radical aos 200 países participantes. A reunião começou desanimada e acabou sem medidas efetivas, embora prometendo um acordo vinculante para 2020. A China foi reconhecida como a maior poluidora da Terra, mas foi poupada por ser país “emergente”.

Os EUA “capitalistas” e “consumistas” foram o saco de pancadas. O Brasil ficou na mira da demagogia. O recuo no projeto de Código Florestal foi tratado de “calamidade ecológica” e previsões “apocalípticas” pintaram o País como um vilão, ecologicamente tão “criminoso” quanto o teria sido no tempo da escravatura. Paradoxalmente, a delegação brasileira foi das mais engajadas a favor de uma agenda “verde” que pode prejudicar seriamente o País, especialmente na “Rio+20” no mês de junho de 2012.