Em Durban, África do Sul, mais uma conferencia mundial, a COP-17, tentou impor uma meta ambientalista radical aos 200 países participantes. A reunião começou desanimada e acabou sem medidas efetivas, embora prometendo um acordo vinculante para 2020. A China foi reconhecida como a maior poluidora da Terra, mas foi poupada por ser país “emergente”.

Os EUA “capitalistas” e “consumistas” foram o saco de pancadas. O Brasil ficou na mira da demagogia. O recuo no projeto de Código Florestal foi tratado de “calamidade ecológica” e previsões “apocalípticas” pintaram o País como um vilão, ecologicamente tão “criminoso” quanto o teria sido no tempo da escravatura. Paradoxalmente, a delegação brasileira foi das mais engajadas a favor de uma agenda “verde” que pode prejudicar seriamente o País, especialmente na “Rio+20” no mês de junho de 2012.

3 COMENTÁRIOS

  1. Taí mais uma boa razão de protestos contra aqueles que se posicionam a invadir a nossa soberania por ideologias pagãs e destruidoras. Justo aqueles que destruiram suas proprias florestas se insurgem contra que as possui e tenta por todos os meios preserva-las.
    Claro que devemos concomitantemente deixar um mundo melhor para nossos filhos, e filhos melhores para o mundo, a substiruirem toda essa corja insana.

  2. A farsa do aquecimento global por causas antropogênicas ficou tão desprestigiada que já não usam mais o termo AQUECIMENTO GLOBAL. Esse termo sofreu uma mudança estratégica e hoje só falam em MUDANÇAS CLIMÁTICAS e é claro por culpa do homem. Ou seja, faça sol, chuva, frio ou calor o homem é culpado. Conclusão: acabemos com A CIVILIZAÇÃO e vamos para o mato. Eis a meta inconfeçada desse movimento ecologista.

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