O governo chinês agendou a destruição de mais 40 igrejas. E afirma que “o Vaticano nos apoia”.

Pelo menos é verdade que o Vaticano não protesta. Temos visto, após o chamado Acordo Provisório, que o governo comunista chinês tem empreendido a destruição de igrejas, cruzes e símbolos religiosos.

Em um esforço “para defender sua igreja da destruição”, uma congregação de católicos, na província chinesa de Hebei, barricaram-se dentro de seu santuário e se recusam a sair.

CNA relata que os fiéis estão escondidos desde 06:00 quinta-feira, pouco antes da hora marcada para a demolição começar.
De acordo com “asianews o protesto não-violento inclui o jejum e a oração”. O pároco tentou iniciar um diálogo com os funcionários, que não estavam dispostos a retroceder.

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China de Xi Jinping persegue a Religião

Embora a igreja na cidade de Wu Gao Zhang seja reconhecida oficialmente, o governo alega a falta de licença nas terras.

Nos últimos meses, nada menos do que cinco outras igrejas chinesas foram fechadas sob alegação de falta de licença. E agendou a demolição de mais 40.

Fontes na China sugerem que o governo tem sido mais ativo na aplicação dos requisitos de licenciamento desde que se reuniu com funcionários do Vaticano, em setembro passado.

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Os católicos chineses, fieis à Roma, os sacerdotes e bispos bem mereceriam um “Sínodo” que lhes facultasse e reconhecesse o direito inalienável de praticar a Religião de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas disso, a julgar pelas notícias de imprensa, não se cogita no Vaticano. E a ONU não se levanta para defender a liberdade religiosa na China.

Xi Jinping é intocável e a China comunista, também.

Fonte: https://aleteia.org/2019/11/02/catholic-chinese-community-refuses-to-leave-church-scheduled-for-demolition/

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