Desagravo à missa afro (Itu): “combati o bom combate”

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“Combati o bom combate, percorri toda a minha carreira, guardei a Fé” — escrevia o Apóstolo São Paulo (2 Timóteo 4:7-8).

Lembrei-me dessa passagem do Novo Testamento ao considerar as tentativas da esquerda — exatamente essa que procura incitar entre nós a luta de raças — de denegrir o ato de desagravo à missa afro, celebrado publicamente em Itu, com a recitação pública do Santo Rosário.

Terço público em reparação à missa afro

Uma tentativa frustra de combater o Terço Público

Segundo o jornal Periscópio o ato da recitação do terço público teria causado “grande polêmica com fortes críticas manifestadas nas redes sociais por diversos membros dos movimentos negros ituanos”. “Em alguns dos Posts os integrantes dos movimentos destacaram que o Ato do dia 27 é intolerância religiosa (sic), sob pena de detenção de um mês a um ano de prisão ou multa”.

Segundo a notícia alguns integrantes de movimentos negros ituanos consideram a recitação pública do Terço uma “intolerância religiosa”. Então, um Terço Público de desagravo a um abuso litúrgico que ronda a blasfêmia pode ser denegrido como “intolerância religiosa”.

“Intolerância religiosa” é querer discriminar os católicos que fizeram o Ato de Desagravo.

Graças a Deus a raça negra compreende isso perfeitamente bem e não pactua com as manobras da esquerda, do PSol que tanta impôr uma luta racial no Brasil.

Nos EUA, por exemplo, o movimento Black Lives Matter não representa a raça negra.

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A Raça Negra

Todos os homens, sejam eles negros, amarelos ou brancos têm um fim eterno. O principal direito humano é o de conhecer e praticar a verdadeira Fé.

Até o direito à vida, foi sacrificado pelos mártires para servirem ao Deus Verdadeiro.

Trabalhemos pela glória da raça negra fora dos radicalismos de uma falsa igualdade. O charme dos negros é único, é uma glória própria que não cabe nem aos brancos, nem aos amarelos.

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“Isto posto, o que concluir sobre a raça negra? Ela manifesta, em certas circunstâncias e ocasiões, uma capacidade de expressão, que não é tanto a da palavra, mas sim do porte, do movimento, do gesto, do riso e da compenetração, que lhe dá um poder que é de causar inveja – não querendo ofender ninguém – a muitos povos brancos. Eu seria tentado a dizer que a todos. Excetuo, entretanto, todo mundo que queira se excetuar… ”, conclui o Prof. Plinio (1)

(1) https://www.pliniocorreadeoliveira.info/DIS_SD_910531_encantos_raca_negra.htm

Santa Josefina Bakhita (1869-1947)

A raça negra certamente foi beneficiada pelo fato de missionários católicos exercerem na África seu apostolado e terem convertido à verdadeira Fé muitas pessoas. Além do que, o deslumbramento produzido pela civilização ocidental levou número considerável de africanos a abandonar hábitos milenares censuráveis e adotar estilo de vida menos distante de uma conversão.

https://ipco.org.br/encantos-da-raca-negra/

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