Nestes tempos de ditadura das máscaras Joe Biden afivela a mordaça do socialismo pós coronavírus.

Joe Biden, candidato democrata à presidência nos EUA, está revelando sua verdadeira face: o socialismo.

Nosso Site já comentou declarações de Biden: “Acho que agora temos uma oportunidade de mudar significativamente a mentalidade do povo americano”, disse Biden – “coisas que eles não estavam prontos para fazer nem dois, três anos atrás”. (1)

Plano socialista, máscara mal afivelada

Como todos os utopistas socialistas pretende ele gastar trilhões na economia e Biden planeja “levantar US $ 4 trilhões, aumentando os impostos “sobre as empresas e os ricos”.”

Lembramos, imposto e socialismo andam sempre juntos.

Como todos os utopistas Biden promete “uma mobilização de investimentos em pesquisa e desenvolvimento e aquisições de formas nunca vistas desde a Segunda Guerra Mundial”.

“Joe Biden finge não ser socialista: como podem os “investimentos” em empresas privadas, incluindo pequenas empresas, ser socialismo?”

Os socialistas concebem tudo a partir de um impulso central que vem do Estado

O socialismo não toma em linha de conta a subsidiariedade, pela qual cada esfera tem seu papel propulsor próprio. Assim, partindo das qualidades do indivíduo, depois da família que não pode ser sufocada pelo Município, nem pelo Estado, nem pela Federação.

Biden, como todo socialista, imagina o impulso central da Federação dirigindo e impulsionando as esferas menores.

O Ensinamento dos Papas contra o Socialismo

“E se o socialismo estiver tão moderado no tocante à luta de classes e à propriedade particular, que já não mereça nisto a mínima censura? Terá renunciado por isso à sua natureza essencialmente anticristã?

“Eis uma dúvida, que a muitos traz suspensos. Muitíssimos católicos, convencidos de que os princípios cristãos não podem jamais abandonar-se nem obliterar-se, volvem os olhos para esta Santa Sé e suplicam instantemente que definamos se este socialismo repudiou de tal maneira as suas falsas doutrinas, que já se possa abraçar e quase batizar, sem prejuízo de nenhum princípio cristão.

“Para lhes respondermos, como pede a Nossa paterna solicitude, declaramos: O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como “ação”, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã”[2].

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Mais uma vez fica a pergunta: por quê razão um vírus (chinês) é pretexto para se alterar tão intimamente a vida das Nações?

Não há um plano osquestrando tudo isso? E por quê razão a esquerda insiste tanto na Nova Ordem Global?

Fonte: https://panampost.com/fee-panampost/2020/07/15/joe-bidens-economic-plan/

(1) https://ipco.org.br/joe-biden-confessa-usar-do-panico-coronavirus-para-impulsionar-a-revolucao/

(2) https://ipco.org.br/o-que-os-papas-disseram-sobre-o-socialismo-ii-lula-no-vaticano/

 

ara a realização do socialismo”, escreveu o importante economista Ludwig von Mises em seu grande tratado Human Action.

O primeiro padrão … é puramente burocrático. Todas as fábricas, lojas e fazendas são formalmente nacionalizadas … são departamentos do governo operados por funcionários públicos. Todas as unidades do aparato de produção mantêm a mesma relação com a organização central superior que os correios locais com os do general dos correios.

Mises chamou isso de “o padrão de Lenin ou russo”, já que foi assim que Vladimir Lenin instalou o socialismo na Rússia após a Revolução de Outubro.

“O segundo padrão”, continuou Mises, “preserva nominal e aparentemente a propriedade privada dos meios de produção e mantém a aparência de mercados, preços, salários e taxas de juros comuns”.

Mas essa “economia de mercado” é uma fachada, explicou Mises. Por meio de intervenções crescentes (mandatos, “investimentos” etc.) na economia, a influência do governo sobre os negócios cresce e cresce, a ponto de ser o estado que dirige a produção e, portanto, se torna o proprietário de fato dos meios de produção. .

 

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