Video: 200.000 argentinos dizem NÃO ao “casamento homossexual”

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200.000 diante do Congresso Nacional

Em uma histórica mobilização, 200 mil argentinos vindos de todo o país se congregaram esta tarde em frente ao Congresso da Nação para defender a família e o matrimônio como a união entre homem e mulher perante as tentativas de legalizar o “matrimônio” entre pessoas do mesmo sexo e conceder a estes casais o direito à adoção de crianças, informou ACI Digital.

A poucas horas de que o Senado trate um polêmico projeto de reforma do Código Civil sobre este tema, já aprovado pela Câmara Inferior, os manifestantes se dedicaram a proclamar o valor do matrimônio e a necessidade de proteger a família.

Conforme informou a agência católica AICA, “os organizadores destacaram o caráter pacífico da manifestação cidadã.

“Só houve ordens positivas em favor do matrimônio homem-mulher, bandeiras argentinas, e uma frase em comum: ‘Salvemos a família’.

“A cor laranja identificou os manifestantes, em sua maioria famílias com filhos, estudantes e representantes de movimentos eclesiais”.

Um dos momentos culminantes foi o ingresso à praça de uma bandeira nacional de 200 metros.

Não ao “casamento homossexual” em Córdoba, centro do país

Ela foi trazida especialmente desde Rosário, aos gritos de “Argentina, Argentina!”.

Manifestações semelhantes vêm acontecendo em todo o imenso território argentino

Alguns grupúsculos de militantes homossexuais tentaram um “ruidazo” no Obelisco. O local é de muita circulação por causa de casas e cinemas noturnos.

Segundo a imprensa portenha teriam se aproximado ao ato perto de 300 pessoas.

O ato teve caráter escandaloso e provocativo, porém teve sirviu para patentear a espantosa desproporção entre os postuladores do aberrante “casamento” e os defensores da família bem constituída.

Infelizmente essa desproporção não se reproduz — como seria normal numa democracia — no recinto dos deputados e senadores. Antes bem prevalece o contrário.

A decalagem entre os desejos do povo representado e seus representantes ameaça fazer passar o “casamento” indesejado pela maioria dos argentinos.

9 COMENTÁRIOS

  1. 1 anos depois a presidenta que apoio o casamento gay, teve uma vitoria esmagadora, e conseguiu dominar todo o lesgislativo. Isso prova que a população num geral não está nem ai. Na argentina a decadencia católica é nitida embora mantida como religião oficial. O catolicismo na Argentina está bem em baixa, e o BR não está muito longe.

  2. @Valmir
    Veja bem, se com todo esse protesto lá na Argentina a tal lei foi aprovada, imagina aqui, onde o povo protesta sentado na poltrona de casa, ou se muito reclama dos políticos nos bares… bahhh, é constrangedor e assuntador pensar nisso…

  3. Isso é democrácia? Pelo que eu saiba democracia quer dizer governo do povo.O povo não quer o casamento homossexual e o povo deve ser ouvido.O Brasil é o país mais Católico do mundo,vamos voltar tfp Deus clama por vocês e por aqueles movimentos que arrebatavam multidões contra os inimigos da fé,ainda me lembro dos velhos tempos,avante ipco voltemos a luta pela cristandade!!

  4. Espero que o Brasil, o “maior país Católico”, diga se passagem, também possa reunir milhares de pessoas para protestar frente aos presentes e futuros acontecimentos.

  5. Navengado nos sites de notícias a primeira imagem aqui reproduzida aparecima também, porém, com a legenda “Manifestação frente ao Congresso de prós e contra a união de” a midia é cheia de má fé, pois, o que aparece na imagem são os CONTRA e não estão aí nesse conjunto os a favor. É pura manipulação da midia sem vergonha querer fazer parecer que a quantidade dos “a favor” é grande. Não é verdade. Eles não apresentam foto panorâmica dos manifestantes “a favor” porque é evidente que não existem.

  6. Que tomem cuidado os legisladores argentinos. Enviar leis goela adentro é andar a contra-pêlo da população. Quem semeia ventos colhe tempestade. Fica aqui meu protesto contra essa aberração pela ofensa a Deus, e também porque é de molde a extinguir a família constituida segundo a lei natural.

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