O socialo-comunismo de Maduro não esconde que apela a ritos demoníacos para manter o controlada a população

É difícil imaginar como o povo venezuelano pode suportar de modo tão passivo à degradação que lhe é imposta por uma tirania socialista-comunista.

Quase todo dia, as informações físicas ou virtuais nos transmitem degradações que ofendem à natureza humana.

Vídeos em Youtube nos apresentam o povo colhendo águas de esgotos que descem dos morros que contornam a capital para atender as suas necessidades mais básicas com água insalubres.

Outra cena desgarradora foi filmada por um jornalista estrangeiro: um magote de populares famintos tirando restos comida de um caminhão de lixo e devorando-a apressadamente na própria rua.

O jornal “Washington Post” informou também que a criminalidade comum – não a violentíssima das gangues mais ou menos ligadas ao governo e ao narcotráfico – mas os típicos “ladrões de galinha” praticamente desapareceram.

A razão é que não há mais o que roubar. As notas não valem nada: as pessoas não as usam mais, não as carregam consigo. Então, não serve assaltar agências bancárias.

Os bandidos não usam mais veículos, não podem pagar as balas e giram em bicicleta à procura de algo para furtar.

A violência, entretanto, é indescritível. Magotes desesperados de famintos invadem as casas, arrebentando portas e defesas para ir correndo até a geladeira e ver se há algo para se alimentar ou dar de comer à família.

Ninguém sai a jantar ou beber algo pela noite. Não de medo dos assaltos, mas é que não há o que comer ou beber.

Os bandidos não tem dinheiro para se procurar armas. A única solução é matar alguém armado para obté-las.

O estranho fatalismo que tomou conta da população teria relação, segundo o testemunho de numerosos venezuelanos, com cerimônias estranhas oficiadas pelos líderes chavistas publicamente na execução de atos de governo.

Trata-se de invocações públicas a forças ou espíritos escuros para tomarem conta do país, em cerimônias de tipo fetichista, vudus, espíritas ou diabólicas.

Enquanto escrevia estas linhas falei pelo Skype com um velho amigo equatoriano que reside em Quito. Contei-lhe estas observações.

O ‘passarinho’ que ostenta por vezes Maduro deve-se à crença supersticiosa de que o espírito do falecido Hugo Chávez o possui

E ele me narrou que o então presidente bolivariano Correa, hoje fugitivo na Bélgica, levou a seu país uns tais de babalorixás cubanos, espécie de pais-de-santo.

E que esses sacerdotes de Satanás lhe exigiram violar túmulos para extrair certos ossos humanos com os que preparavam pós.

E que quando a indignação popular atingia altos níveis, eles mandavam aspergir esses pós pelas ruas – de Guayaquil notadamente – e de modo inexplicável o tom da oposição ficava amortecido.

Mais recentemente, um comentarista anônimo deste blog interessado pelos problemas relativos à possessão diabólica e ao exorcismo, enviou um link com uma reportagem a um casal venezuelano exilado no Brasil.

O testemunho do casal, embora não católico, impressiona pelo equilíbrio e objetividade na descrição das esquisitas cerimonias com que a ditadura maduro-comunista invoca demônios em atos oficiais.

Para isso recorre especialmente a bruxos trazidos de Cuba onde se pratica com aprovação governamental marxista uma variante do vudú, parecido com a macumba, de origem africano.

O casal entrevistado faz diversas e pormenorizadas descrições dos oferecimentos oficiais das autoridades socialistas-populistas venezuelanas às potências infernais para manter o país sob controle.

Não será esta uma explicação de fundo para entender a desgraça que se abateu sobre essa nação sul-americana, nossa vizinha, que está irradiando sua perversa desordem para o Brasil?

Deixe uma resposta