Reação antiesquerda une Brasil e EUA; oposição à teoria racial crítica e manifestações 1 de maio

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Todos nós, brasileiros fieis à nossa tradição histórica, anticomunistas, amantes da Pátria vimos com júbilo a renovação das mega manifestações em favor do Brasil ordeiro, tradicional, anti esquerda nesse primeiro de maio, 2021. As faixas com dizeres antiesquerda, fora o comunismo, o espírito de brasilidade face à tantas medidas socialistas-ditatoriais quer do Legislativo, quer do Judiciário eram a nota tônica.

Manifestação pacífica, sentimento nacional, esperança no porvir do Brasil: Este ainda será um grande País!

Também continua forte a reação anticomunista nos EUA. A Mídia nacional, alinhada à esquerda, (não divulga) finge não saber das derrotas ou da oposição que os Democratas, agora no Poder, sofrem nos EUA.

E, direitistas ingênuos costumam repetir slogans da esquerda, por exemplo, que uma canetada de Biden derrubou as conquistas de Trump. Pensar assim é simplificar o jogo de influências na opinião pública, desconhecer o potencial conservador americano. E tudo isso se aplica também a nosso Brasil.

Força conservadora americana e os reveses da esquerda

Recordemos, a Suprema Corte americana tem uma maioria conservadora.

Os Democratas controlam a Câmara e o Senado federal mas não têm maioria nas Legislaturas estaduais. Em razão disso, os republicanos têm obtido vitórias importantes: a faxina do corpo eleitoral na Pennsylvânia detectou e eliminou recentemente cerca de 21 mil eleitores (falecidos);

— Em Oklahoma, a Câmara (Estadual) controlada pelo Partido Republicano votou 70-19 a favor do projeto que proíbe a teoria crítica racial, HB1775, que agora segue para a mesa do governador Kevin Stitt para ser sancionado. Acrescentamos, não há raça ou povo absolutamente superior a todos os outros. Rosenberg era o artífice da teoria racista do nazismo.

— “A Câmara (Estadual) da Flórida aprovou em 28 de abril um projeto de lei que definiria a ordem executiva do governador Ron DeSantis proibindo os chamados passaportes de vacina, credenciais que poderiam assumir a forma de um aplicativo ou um documento físico que indica se alguém foi vacinado contra o PCCh vírus, que causa a doença COVID-19.”

— “Os legisladores do Senado do Texas adotaram por unanimidade uma resolução condenando a “vil prática do regime chinês de remover à força órgãos humanos para transplante”, enquanto instavam os Estados Unidos a assumir uma postura mais agressiva sobre o assunto.”

““Queremos deixar registrado:‘ Não, isso está acontecendo e nós o condenamos ’”, disse a senadora estadual Angela Paxton, a principal autora da resolução, disse à mídia irmã do Epoch Times, NTD, em 21 de abril.”

https://ipco.org.br/texas-diz-nao-a-extracao-forcada-de-orgaos-na-china/

— A recusa de bispos católicos americanos, notadamente a oposição do Cardeal Burke — seguindo a doutrina da Santa Igreja — em ministrar a Sagrada Comunhão a pró abortistas, nomeadamente Joe Biden, é uma poderosa bombarda em expoentes do Partido Democrata, incluindo Nancy Pelosi.

A teoria crítica racial, homônima da teoria de gênero

Já conhecemos bem a teoria de gênero que a esquerda brasileira tenta impor ao País.

A teoria crítica da raça – que defende a ideia de que a raça não é natural, mas socialmente construída para oprimir e explorar as pessoas de cor – é um desdobramento da filosofia social da teoria crítica influenciada por Karl Marx que foi promovida pela Escola de Pensamento de Frankfurt.

Informa TheEpochTimes: “O America First Legal (AFL) está tentando abrir um processo contra a teoria racial crítica (CRT), disse Stephen Miller, ex-conselheiro do ex-presidente Donald Trump.”

“Também estamos procurando demandantes – se pudermos encontrá-los – que estejam dispostos a se levantar e abrir um processo por causa da teoria racial crítica”, disse ele durante uma entrevista à Fox News.

Miller encorajou os funcionários federais que são vítimas de treinamento CRT a se juntar a este esforço. “Acesse nosso site e conte-nos o que aconteceu com você”, disse ele.

A reação americana generalizada

Trump assinou uma ordem executiva e proibiu o treinamento de CRT em agências federais em setembro de 2020, com a Casa Branca descrevendo-o como “propaganda antiamericana”.

“No entanto, essa ideologia socialista foi adotada pelo presidente Joe Biden e seu governo. Ele reverteu a ordem executiva de Trump de setembro de 2020 logo depois que ele entrou na Casa Branca e empurrou o treinamento CRT em todas as frentes.”

Os esforços do governo Biden desencadearam uma reação generalizada de legisladores republicanos federais e estaduais, conservadores e organizações relacionadas, além de pais de família.

Em uma carta de 27 de abril, os Reps. Doug Lamborn (R-Colo.) E Jeff Duncan (R-S.C.) alertaram o Secretário de Educação de Biden, Miguel Cardona, sobre a promoção do CRT no sistema educacional.

Uma promoção da luta de raças à maneira marxista

“Simplificando, os ensinamentos da Teoria Crítica da Raça querem rejeitar os princípios estabelecidos em nossa Constituição e nossos direitos individuais dados por Deus e, em vez disso, dividir os indivíduos em grupos de identidade racial concorrentes, fazendo pouco para ajudar os alunos de minorias a avançar”, escreveram na carta.

A AFL é um grupo jurídico fundado por funcionários da era Trump para promover a agenda do American First e resistir aos movimentos radicais de esquerda nos Estados Unidos.

“Vários altos funcionários da administração Trump, incluindo o ex-chefe de gabinete da Casa Branca Mark Meadows, o ex-procurador-geral dos EUA Matthew Whitaker e o ex-diretor do Escritório de Gestão e Orçamento Russ Vought juntaram-se ao conselho de diretores da AFL junto com Miller.”

Miller exortou os republicanos e conservadores a lutar em vez de se concentrar apenas em “criar suas famílias, viver suas vidas, perseguir seus sonhos”.

Temos que salvar nosso país e lutar, assim como eles [os esquerdistas radicais] fazem, em vez de lutar para destruir, lutaremos para resgatar”, disse ele.

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O príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança discursa na mega manifestação da Paulista, em 1 de maio de 2021.

Esse ainda será um grande País!“, afirmou o Prof. Plinio.

Confiemos em Nossa Senhora Aparecida para que o Brasil realize sua providencial missão para grandeza das Américas e do Mundo Livre.

Voltando a nosso ponto de partida: é preciso alentar a reação conservadora a lutar por seus direitos, por Deus, pelos Valores Morais. A batalha na opinião pública é decisiva, e nossa vitória depende de fazermos todas as pressões legais em favor do Brasil, de suas tradições cristãs, de nosso legado cultural. Ideologia de gênero, teoria racial crítica ou outra “inovação” das esquerdas precisam ser rejeitadas a nivel individual, familiar e no âmbito da opinião pública.

Nossa Senhora Aparecida nos guie nessa batalha em defesa da Fé e do Brasil. As gigantescas manifestações do primeiro de maio, 2021, são uma fulgurante amostra de que os conservadores anticomunistas não se intimidaram com ditaduras que nos foram impostas nessa pandemia. E estamos alertas para outras tantas medidas ditatorias de esquerda que se avizinham no horizonte.

Fonte: https://www.theepochtimes.com/mkt_breakingnews/america-first-legal-pursuing-lawsuit-against-critical-race-theory-stephen-miller_3798763.html

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