Notícias e artigos sobre a situação internacional.
As autoridades municipais na China estão multiplicando os meios brutais para expropriar cidadãos comuns, noticiou a revista alemã “Der Spiegel”.
Os procedimentos dos funcionários socialistas levaram cidadãos desesperados a se suicidarem. Porém, muitos outros juraram defender suas propriedades com a própria vida.
Perseguições e encontros de arrebentar os nervos são métodos comuns. Os planejadores urbanos comunistas procuram confiscar propriedades também em benefícios próprio.
Infelizmente, notícias que revelam loucuras do mundo moderno abundam em nossos dias. Julgo que uma das mais insensatas é o fanatismo na briga pelos “direitos dos animais” e a insensibilidade diante do crime do aborto e da eutanásia.
Geralmente, os mais fanáticos na defesa dos “direitos dos animais” são os que mais desprezam o mais fundamental dos “direitos humanos”: o direito à vida desde a concepção até à morte natural.
De acordo com a agência Reuters, o atual ditador norte coreano Kim Jong-il foi reafirmado como secretário do partido comunista.
O filho mais novo do ditador, Kim Jong-un, foi nomeado pelo pai para seu primeiro cargo público, marcando desta forma o início de uma "dinastia" do comunismo tirânico (redundância!) da Coréia do Norte.
Nas eleições para o parlamento venezuelano, Hugo Chaves não conseguiu alcançar os dois terços necessários para manter a maioria qualificada, conforme noticiou a BBC Brasil.
A participação do eleitorado para eleições legislativas foi uma das maiores ocorridas na Venezuela.
Em incisivo editorial com o título acima, “The Washington Times” (16/09/2010) comentou que nesta semana Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado, iniciaria a defesa de um novo projeto visando derrubar a lei conhecida como “Don’t ask, don’t tell” [não pergunte, não diga], em vigor a partir do governo Clinton, pela qual os homossexuais em serviço militar não podem ser perguntados a respeito de seu comportamento nem são obrigados a confessá-lo.
O Parlamento da Catalunha interditou as corridas de touros na região, alegando o bem-estar dos animais.
A lei era exigida pelo extremismo ambientalista e apoiada por uma campanha internacional de mídia, ONGs e até a União Européia.
Astutamente, o Parlamento não mexeu com outras festas taurinas que são muito mais populares na Catalunha.