Artigo sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3

Uma sociedade oposta ao PNDH-3 é possível

Resumo: Ordem temporal é refletida a partir do papel das realidades criadas e da sociedade no destino humano. O artigo, inspirado no pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira, sustenta que a vida civil, a cultura e as instituições não são indiferentes à salvação, pois devem respeitar a finalidade própria das coisas e a lei de Deus.

Perguntar se a ordem temporal tem algum papel para a salvação equivale a perguntar se toda aquela obra que Deus fez em sete dias interessa à salvação!

Plinio Corrêa de Oliveira

Há na Europa museus de arte popular tradicional. Apresentam objetos de artesanato interessantes, pitorescos, magníficos, que o povo inventa e que depois se imobilizam como uma tradição porque o povo encontrou a própria expressão de sua alma naquilo que produziu e passa séculos utilizando tais objetos.

Exprime esta tendência o que em alemão se diria drang nach oben – pressão, esforço para cima. Esta seria uma tendência da sociedade inteira.

E enquanto no castelo se estariam fazendo móveis cada vez melhores e vivendo uma vida cada vez mais bonita, a casa do trabalhador manual seria cada vez mais curiosa, mais interessante, mais artística.

O drang nach oben é o contrário do miserabilismo e representa precisamente esta tendência de subir, subir, subir. Se as almas sobem, secundariamente também os estômagos ficam mais normais, mais saudáveis, e as pessoas comem mais, bebem mais, falam mais, nasce a canção popular, nasce a dança popular tão pura, tão casta, nasce toda uma vida que é toda ela concebida e nascida do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos ensinamentos da Igreja.

Trata-se do contrário da sociedade miserabilista. Também não é a sociedade de consumo1. Essa sociedade não-de-consumo é um fenômeno de alma e se poderia chamar sociedade de ideal, sociedade de fé, ou – melhor ainda – Cristandade. (mais…)

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Negar a ordem natural é preparar a ditadura, adverte Bento XVI

Quando a lei natural e a responsabilidade que esta implica são negadas abre-se dramaticamente espaço “ao totalitarismo de Estado no plano político”, declarou em Roma o Papa Bento XVI, na audiência pública da última quarta-feira, dia 16 de junho. Diante…

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Aborto em Portugal: “lágrimas de crocodilo” confessam o fracasso de lei assassina

Resumo: Aborto em Portugal é examinado a partir de declarações médicas que descrevem a banalização da interrupção da gravidez após sua legalização. O artigo critica a apresentação do aborto como planejamento familiar ou questão de saúde pública e sustenta que a autorização estatal altera a mentalidade social sem eliminar o sofrimento das mulheres e das crianças.

Daniel Martins

Não podia ser diferente. Aprovaram o aborto e agora o assassinato dos inocentes vai se tornando banal. “As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planejamento familiar”, disse o ginecologista¹ Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada.

Poderia ser diferente? Quando o Estado oficializa um vício, este começa a entrar na mentalidade da nação como algo normal, banal.

Um dos defensores da despenalização do aborto na época do referendo que houve em Portugal lamenta (ou antes chora lágrimas de crocodilo): “Há aspectos da lei que não estão funcionando bem… custa-me pensar que uma mulher fez três abortos às minhas custas e às custas de outros contribuintes. Acho que devia haver um limite de abortos gratuitos. O aborto recorrente está tornando-se um grande problema de saúde pública”.

Engraçado, não? Ou antes, indignante! Os movimentos pró-aborto – e decretos do tipo PNDH-3 – usam o absurdo argumento de que aprovar o aborto é uma questão de saúde pública. Amanhã virão dizendo – sem qualquer arrependimento sincero e propósito de emenda… – que o aborto legal gerou um “grande problema de saúde pública”. (mais…)

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“E daí?” Dizem os candidatos

Resumo: Dizem os candidatos é a formulação que resume o silêncio dos pré-candidatos de 2010 sobre intenções e convicções. O artigo questiona a falta de respostas a respeito do PNDH-3, da reforma socialista do Brasil e de projetos internacionais, observando também a distância entre a identidade ideológica declarada pelos eleitores e os partidos em que votam.

Leo Daniele

“Temos mais semelhanças que nos unem que diferenças que nos separem”

Os pré-candidatos desta eleição de 2010 estão muito calados a respeito de suas intenções e convicções. Até parece que a eleição será por cargos na lua, sem nenhuma relação com nossa sofrida Terra. Só palavras vagas e sonoras.

Teotonio Vilela Filho reconheceu que “temos mais semelhanças que nos unem que diferenças que nos separem”. Afinal, são três candidatos ou um único candidato, vestindo três estilos de roupas, de siglas e de amigos? Ou são três pessoas?

Os assuntos-chave são evitados cuidadosamente. Por exemplo, o que parece a eles do Terceiro (e vasto) Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), tão alardeado pelo governo Lula da Silva, do qual se pode dizer que é um chavismo sem Chavez? Não se trata apenas de um programa de reformas várias, mas sim, em bloco, de uma reforma-do-Brasil. Não é pouco! Que acham os srs. candidatos dessa reforma socialista? Será para melhor? Ou… (mais…)

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Ministro Vannuchi mudou o texto do PNDH-3 mas sua conduta continua a mesma

Resumo: Ministro Vannuchi é analisado pela diferença entre alterações introduzidas no texto do PNDH-3 e sua conduta posterior. O artigo sustenta que mudanças formais não eliminariam a orientação ideológica do programa e questiona a tentativa de suavizar propostas sobre aborto, família, propriedade e controle social sem rever seus objetivos fundamentais.

Atilio Faoro

Segundo a Agência Brasil (8/6/2010), o governo inaugurou em São Luis do Maranhão um “monumento em homenagem a perseguidos políticos”. Maurice Politi, coordenador do projeto, explicou a finalidade da inauguração: “Estamos fazendo tudo para não perder a memória e para mostrar à juventude o que foi a ditadura.”

Após inauguração de monumento em honra a líder comunista numa escola, o Ministro Vannuchi quer “multiplicar essas homenagens”.

Desde 2007 foram entregues 18 monumentos semelhantes em 11 cidades e o 19º monumento foi inaugurado em São Luís pelo próprio ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em homenagem a Ruy Frazão Soares, estudante e líder comunista.

O portal “O vermelho”, do Partido Comunista do Brasil (PcdoB), comenta eufórico que este é “o primeiro memorial deste tipo inaugurado numa escola”, o Liceu Maranhense, onde o estudou o militante comunista. Na ocasião, o Ministro Paulo Vannuchi, confirmou o desejo de o governo seguir avante com a iniciativa. “Precisamos multiplicar essas homenagens por todo o território brasileiro”, disse Vanucchi.

O PNDH-3 na sua primeira redação visava, na educação básica e superior, “desenvolver programas e ações educativas, inclusive a produção de material didático-pedagógico sobre o regime de 1964-1985 e sobre a resistência popular à repressão”. (mais…)

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O que o Papa disse em Portugal é válido para o Brasil
O presidente de Portugal, Cavaco da Silva, poucos dias após a visita do Papa Bento XVI, sancionou a lei que cria a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

O que o Papa disse em Portugal é válido para o Brasil

O apelo lançado pelo Papa Bento XVI em Portugal, em sua visita de maio passado, para a mobilização dos católicos na luta contra o aborto e a união de pessoas do mesmo sexo é válido também para nós no Brasil.…

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