Tribunal austríaco pune “jodler” alegando burla criminosa do islamismo

Pode? Tem “direito humano” de pedir a degola
dos não-islâmicos?

Segundo uma singular conceição, há seres humanos que estão cheios de “Direitos Humanos” e outros que ou não são humanos ou não tem “Direito humano” algum.

Essa visualização aberrante gerada por um viés esquerdista deu mais um sinal na Áustria.

Naquele país, um tribunal da cidade de Graz condenou Helmut Griese, de 63 anos, a pagar multa de 825 euros por “ridicularizar” crenças maometanas, noticiou o diário The Telegraph de Londres.

Griese cantava em sua casa tradicionais músicas alpinas conhecidas como “jodl”.

Porém, uma família islâmica vizinha alegou que as canções “imitavam” o muezim que convoca os muçulmanos para as orações nas torres das mesquitas.

O “jodl” é muito sonoro e cheio de inflexões originais que fazem parte essencial da alma dessa música muito popular na Áustria.

Griese disse ao jornal “Kronen” que não tinha a intenção atribuída pela família islâmica, e que gostava dessas canções típicas do país, cantadas por incontáveis austríacos.

Não pode? Não tem “direito humano” de cantar música popular nacional?

Contudo foi ele condenado por “menosprezo de símbolos religiosos”, crime em que habitualmente são enquadradas as profanações neonazistas de cemitérios judaicos.

Quando as tradições de um país são condenadas em favor de costumes de religiões que trabalham para destruir esse mesmo país, há todas as razões para se temer o pior.