A maré não está para peixe chinês. Rejeição em curso

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Se devêssemos dar um título para a cotação universal da China (leia-se PCCh), em 2020, seria: rejeição em alta. O feitiço voltou-se contra o feiticeiro. Dizia a Mídia que a China venceria a pandemia do coronavírus e daria lições ao Mundo. Tudo isso endossado pela OMS que soube tão bem proteger Pequim. Lembremos, até hoje não se conseguiu detectar o marco zero do vírus de Wuhan.

Japão, Austrália, Hong Kong, Taiwan passando por nações da UE, a guerra comercial com os EUA e a queda de prestígio de Pequim junto aos povos, a desconfiança generalizada com a origem e má administração inicial do surto do vírus, material médico de má qualidade exportado durante a pandemia, tudo contribuiu para marcar a China (PCCh) com o ferrete da impopularidade. O fechamento do Consulado chinês no Texas sob a acusação de ser centro de espionagem, o suborno de cientistas americanos, tudo isso contribuiu para empalidecer a estrela de Pequim

A mal arquitetada diplomacia de “guerreiro-lobo”, engendrada por Pequim, só contribuiu para reavivar na memória a dureza inerente ao comunismo. Como observou o Prof. Plinio em seu livro Baldeação Ideológica Inadvertida e Diálogo, o comunismo é fundamentalmente “uma seita filosofica, atéia, materialista e hegeliana, a qual deduz dos seus errôneos princípios toda uma concepção peculiar do homem, da economia, da sociedade, da política, da cultura e da civilização; “uma organização subversiva mundial”. (1)

As observações feitas por nosso Site são agora corroboradas pelo scmp.com

A China enfrentou “um mundo cada vez mais hostil

“Uma manifestação anti-China na Índia, apenas um dos muitos países em disputa com Pequim em 2020.”

“Foi um ano desafiador para a China no cenário internacional, já que seus diplomatas “Wolf Warrior” (guerreiro-lobo) enfrentaram um mundo cada vez mais hostil.”

“Em meio a uma pandemia global devastadora, a China está envolvida em disputas com potências regionais como Índia, Austrália e Taiwan – junto com o aumento das tensões em suas relações com a Europa e os EUA.

“As atitudes em relação a Pequim, particularmente no Ocidente, se endureceram ainda mais em 2020. Analistas disseram que a pandemia de Covid-19 – que surgiu pela primeira vez na China – acelerou a cautela em relação às intenções geopolíticas chinesas, levando muitos países a reavaliar sua dependência econômica da China e o papel de Pequim na ordem internacional liberal liderada pelos EUA.”

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Assim como o Nazismo não se identifica com a Alemanha, também o PCCh não se identifica com o povo chinês. Amamos os povos não, porém, o regime comunista que impera na China. Há meio século não há eleições livres, ou seja, desde que Mao tomou o poder. Nosso grande desejo é ver o povo chinês libertado da tirania exercida pelo PCCh, atualmente, guiado por Xi Jinping.

Saibamos nós, brasileiros amantes de nossa Pátria, negociar a partir de uma posição diplomática com firmeza, na defesa de nossa soberania, nossa independência, nossa alteridade.

Somos a maior nação católica da Terra, herdeiros da Civilização Cristã; nossa missão é dar exemplo ao Mundo na defesa dos Valores Morais, dos princípios de Tradição, Família e Propriedade, alicerces sobre os quais se edificou a Terra de Santa Cruz.

Nossa Senhora Aparecida quie o Brasil nesse adentrar de 2021.

Fonte: https://www.scmp.com/news/china/diplomacy/article/3115259/after-difficult-year-china-faces-more-foreign-policy

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