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Crédito: Étienne Colaud — Fonte/licença: https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_medieval

Ensino na Idade Média. A igreja está na base da educação ocidental.

Dentro do sistema de educação liberal de esquerda, a visão subjacente é que a fé religiosa está desatualizada e contrária ao Iluminismo. As escolas são vistas há muito tempo como portais para um futuro glorioso secular e tecnológico, livre de superstições religiosas.

Quanto menos religião na escola, melhor?

Afinal, o objetivo da educação é “preparar as crianças para uma carreira e uma universidade”, e não ensinar caráter ou valores morais. Alguns educadores chegam a sugerir que quanto menos influência religiosa sobre o aluno, melhor. Tais crenças seriam mais convincentes se fossem baseadas em fatos. Seria bom ver sérios estudos empíricos que mostram que esses preconceitos contra a influência da religião são justificados. Com muita frequência, as suposições são simplesmente feitas sem evidências. O público é solicitado a aceitá-las indiscriminadamente.

Sociólogo: religião aumenta a chance do sucesso na educação

Em seu livro Nossos filhos: o sonho americano em crise. O sociólogo Robert Putnam cita muitas dessas investigações e as evidências são esmagadoras. Sua conclusão é que a religião não só tem uma influência positiva, mas também um efeito importante sobre o sucesso da educação de uma criança. 

Melhor relacionamento com os pais

“Comparado com seus colegas que não vão à igreja”, escreve Putnam, “jovens envolvidos em alguma organização religiosa seguem assuntos mais difíceis, obtêm notas e pontuações mais altas nos testes, ademais, as chances de deixarem o ensino médio prematuramente são menores.” Além disso, os jovens que vão à igreja têm um relacionamento melhor com os pais, são mais ativos em esportes e atividades extracurriculares e têm menos chances de abuso de álcool e drogas. Em outras palavras: a educação moral influenciada pela religião oferece a estrutura na qual os alunos podem se desenvolver.

A religião faz parte da fórmula do sucesso

Ainda mais surpreendente é a constatação de que a religião não é o domínio das classes inferiores ignorantes da sociedade, como é frequentemente sugerido. Na verdade, a chance dos alunos de famílias abastadas estarem envolvidos na religião hoje é muito maior do que nas famílias mais pobres. A religião é uma parte importante da fórmula que permite que muitos deles tenham sucesso mais tarde na vida. 

Reconheça a influência positiva

Como se isso não bastasse, os alunos formados por religião mais frequentemente buscam o ensino superior. Putnam cita estudos mostrando que uma criança cujos pais frequentam regularmente a igreja têm 40 a 50% mais chances de seguir uma educação universitária do que uma criança comparável de pais que não frequentam a igreja. Com base em tais evidências, que mostram claramente uma influência positiva, as escolas devem pelo menos reconhecer que o envolvimento religioso em casa promove o desenvolvimento educacional das crianças. 

O cristianismo é expulso da sala de aula

O triste é que, embora a religião seja boa para a educação, a educação não é boa com a religião. O sistema educacional trata a religião como se fosse uma doença mortal, e não uma bênção para a criança. Até a menor referência ao cristianismo está sendo removida das escolas cada vez mais completamente do que em uma sala de aula soviética. 

O Natal é tirado da escola

Uma quarentena secular é imposta à escola, removendo as referências ao Natal e outros feriados cristãos, que são considerados prejudiciais à criança. Ao mesmo tempo, materiais ou programas imorais ou antirreligiosos circulam livremente e são promovidos. Apesar, e não graças a política educacional é que os alunos que vão à igreja têm um desempenho melhor.

Retórica anticristã nas universidades

Embora a religião muitas vezes contribua para os alunos que vão a universidade, a universidade geralmente garante que a religião desapareça dos alunos. É um fato triste que muitos estudantes no campus encontrem uma atmosfera que afete sua moral e prejudique sua fé. Professores abertamente hostis atacam e zombam dos princípios e crenças cristãs. Quase se tornou um rito de transição que muitos estudantes americanos percam a fé na faculdade.

Basear a política educacional em fatos

O bem-estar do aluno deve ser uma preocupação importante para os educadores. Todas as influências positivas sobre a criança devem ser incentivadas, não banidas – especialmente se a influência for comprovada como eficaz. Nesse sentido: quão melhor seria a educação se pelo menos não fosse hostil a Deus e a religião, e quão melhor seria se a política educacional fosse baseada em fatos e não em preconceito.


Fonte: Gezin in Gevaar — https://geziningevaar.nl/artikelen/onderzoek-wijst-uit-religie-heeft-een-positieve-impact-op-onderwijs

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